Dinheiro
11/11/2009 - 16h38

Dólar fecha a R$ 1,72; Bovespa ganha 0,33%

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da Folha Online

O mercado de câmbio doméstico voltou a elevar as taxas nesta quarta-feira, depois de ensaiar, pelo terceiro dia, romper o piso "psicológico" de R$ 1,70. Profissionais de mercado temem, no entanto, que uma queda abaixo desse preço seria o "disparador" de novas medidas do governo no setor.

Nas últimas operações de hoje, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,722, em alta de 0,29%. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,726 e R$ 1,700. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,840, avanço de 1,09%.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com ganhos de 0,33%, aos 66.513 pontos. O giro financeiro é de R$ 5,08 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,22%.

O Banco Central entrou no mercado de moeda às 15h15 (hora de Brasília) e aceitou ofertas por R$ 1,7219 (taxa de corte).

O BC também informou hoje que os números mais atualizados sobre o fluxo cambial do país (a diferença entre saídas e entradas de dólares). O resultado apontou um saldo negativo de quase US$ 1,4 bilhão nos quatro primeiros dias úteis de novembro. No acumulado deste ano, o fluxo ainda é positivo em US$ 21,5 bilhões. No dia 19 do mês passado, o governo passou a tributar a entrada de capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e variável, o que gerou algum nervosismo no mercado e saída de recursos.

O movimento de investimentos estrangeiros na Bovespa, no entanto, mostra que uma parcela daqueles investidores estrangeiros já começou a voltar ao país. No mês, as compras de ações brasileiras por não-residentes supera as vendas por R$ 718,6 milhões (até o pregão do dia 9).

Juros futuros

O mercado de juros futuros, que regula o custo do dinheiro nos bancos, elevou novamente as taxas projetadas nos contratos de mais longo prazo.

Entre as principais notícias do dia, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou inflação de 0,28% em outubro ante 0,24% em setembro, conforme a leitura do IPCA, utilizado como índice oficial de preços para o regime de metas do governo.

No contrato que aponta os juros para janeiro de 2010, a taxa prevista foi mantida em 8,64% ao ano; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada avançou de 10,14% para 10,16%. Essas taxas são preliminares e ainda podem sofrer ajustes.

Comentários dos leitores
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
O nosso grande "Guru" Financeiro, o Sr. Lula da Silva deveria sair na capa da "Economist" vestido de CROUPIE. Seu governo está patrocinando o maior casino financeiro do mundo atual, bem aqui embaixo das nossas barbas !!!!
Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
4 opiniões
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JOSE MOTTA (51) 26/11/2009 15h17
JOSE MOTTA (51) 26/11/2009 15h17
O SALARIO NO BRASIL É REALMENTE BAIXO, PORÉM INCIDE MUITO ENCARGOS QUE ENCARECEM ESSES SALARIOS PARA AS EMPRESAS, POR EXEMPLO, PORQUE PAGAR PLANO DE SAÚDE SAÚDE PARA OS FUNCIONÁRIO TEMOS O "SUS".? AGORA NÃO É O MAIS BAIXO DO MUNDO. AGÚEM JÁ PROCUROU SABER QUANTO GANHA UM TRABALHAR CHINÊS, CONSIDERADA E SEGUNDFA ECONOMIA MUNDIAL? sem opinião
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Cristiano Garcia (373) 26/11/2009 14h56
Cristiano Garcia (373) 26/11/2009 14h56
Ora, ora, o banco americano Goldman Sachs que não conseguiu prever a crise economica que acometeu e quase levou na enxurrada de falencias a propria instituição, continua a tecer opiniões sobre a economia alheia. Agora quer prejudicar a economia brasileira com essas afirmações que tendem a criar um recuo ou tensão no dinheiro que vem sendo investido no Brasil.
Esses safados que não previram a crise global, deveriam ficar de boca fechada.
sem opinião
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