Dólar fecha a R$ 1,72; Bovespa ganha 0,33%
da Folha Online
O mercado de câmbio doméstico voltou a elevar as taxas nesta quarta-feira, depois de ensaiar, pelo terceiro dia, romper o piso "psicológico" de R$ 1,70. Profissionais de mercado temem, no entanto, que uma queda abaixo desse preço seria o "disparador" de novas medidas do governo no setor.
Nas últimas operações de hoje, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,722, em alta de 0,29%. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,726 e R$ 1,700. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,840, avanço de 1,09%.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com ganhos de 0,33%, aos 66.513 pontos. O giro financeiro é de R$ 5,08 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,22%.
O Banco Central entrou no mercado de moeda às 15h15 (hora de Brasília) e aceitou ofertas por R$ 1,7219 (taxa de corte).
O BC também informou hoje que os números mais atualizados sobre o fluxo cambial do país (a diferença entre saídas e entradas de dólares). O resultado apontou um saldo negativo de quase US$ 1,4 bilhão nos quatro primeiros dias úteis de novembro. No acumulado deste ano, o fluxo ainda é positivo em US$ 21,5 bilhões. No dia 19 do mês passado, o governo passou a tributar a entrada de capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e variável, o que gerou algum nervosismo no mercado e saída de recursos.
O movimento de investimentos estrangeiros na Bovespa, no entanto, mostra que uma parcela daqueles investidores estrangeiros já começou a voltar ao país. No mês, as compras de ações brasileiras por não-residentes supera as vendas por R$ 718,6 milhões (até o pregão do dia 9).
Juros futuros
O mercado de juros futuros, que regula o custo do dinheiro nos bancos, elevou novamente as taxas projetadas nos contratos de mais longo prazo.
Entre as principais notícias do dia, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou inflação de 0,28% em outubro ante 0,24% em setembro, conforme a leitura do IPCA, utilizado como índice oficial de preços para o regime de metas do governo.
No contrato que aponta os juros para janeiro de 2010, a taxa prevista foi mantida em 8,64% ao ano; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada avançou de 10,14% para 10,16%. Essas taxas são preliminares e ainda podem sofrer ajustes.
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Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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Esses safados que não previram a crise global, deveriam ficar de boca fechada.
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