Mineradora de Eike Batista tem prejuízo de R$ 27,2 mi no 3º trimestre
da Reuters, no Rio
da Folha Online
A MMX, braço de mineração do grupo EBX, do empresário Eike Batista, registrou prejuízo de R$ 27,2 milhões no terceiro trimestre do ano, contra perda de R$ 343,4 milhões no mesmo período do ano passado.
A empresa teve Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) negativo de R$ 77,1 milhões de julho a setembro, ante geração de caixa positiva de R$ 13,8 milhões há uma ano.
A receita bruta da mineradora ficou em R$ 112,8 milhões no terceiro trimestre, com uma queda de 55,4% sobre o mesmo período do ano passado. O volume de vendas de minério de ferro no período, porém, se manteve estável: apresentou leve alta de 2,1%, para 1,692 milhão de toneladas.
Segundo a empresa, o principal motivo para o resultado ruim foi uma multa de R$ 33,9 milhões pagos a Anglo American Amapá por força de indenização contratual decorrente de venda de minério a cliente no exterior realizada durante 2008, quando o ativo ainda pertencia à MMX. "Na ocasião a Companhia não dispunha de instrumentos que permitissem antecipar tal contingência", explicou a empresa em comunicado ao mercado.
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A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
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