Bovespa opera instável e dólar vale R$ 1,72; mercado avalia balanços
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) prossegue com perdas na jornada desta quinta-feira. Mercado avalia bateria de balanços de empresas importantes aqui e nos EUA. Em Nova York, queda na demanda por auxílio-desemprego não empolga investidor. A taxa cambial atinge R$ 1,72.
O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, recua 0,06%, aos 66.392 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,26 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York tem leve alta de 0,05%.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,727, o que representa um acréscimo de 0,29% sobre a cotação final de ontem. A taxa de risco-país marca 211 pontos, número 0,95% acima da pontuação anterior.
Os destaques do dia são os balanços de algumas das mais importantes empresas do país, a exemplo do Banco do Brasil, que apurou ganho de R$ 1,979 bilhão, 6% superior ao ganho de R$ 1,867 bilhão em igual período do ano anterior.
A fabricante de bebidas AmBev reportou lucro líquido consolidado de R$ 1,23 bilhão no terceiro trimestre, alta de 5,8% na comparação com o lucro de R$ 1,16 bilhão um ano antes.
Já o grupo Pão de Açúcar anunciou lucro líquido de R$ 171 milhões no terceiro trimestre deste ano, em um crescimento de 156,7% sobre o resultado no mesmo período de 2008. Os números já embutem a aquisição da rede Ponto Frio, no início de junho.
Ontem à noite, a MMX, braço de mineração do grupo EBX, do empresário Eike Batista, registrou prejuízo de R$ 27,2 milhões no terceiro trimestre do ano, contra perda de R$ 343,4 milhões no mesmo período do ano passado.
No front internacional, a Wal-Mart informou lucro no terceiro trimestre fiscal da empresa --de agosto a outubro- de R$ 3,23 bilhões, ou US$ 0,84 por ação. No mesmo período de 2008, a gigante mundial de varejo havia apurado ganho de US$ 3,14 bilhões, ou US$ 0,80 por ação, um ano antes.
EUA
O Departamento do Trabalho dos EUA revelou que mais uma vez a demanda pelo auxílio-desemprego: o O número de pedidos iniciais desse bbenefícioscaiu em 12 mil na semana encerrada no último dia 7, para 502 mil solicitações.
O número de beneficiados também caiu -- para 5,631 milhões de cidadãos (dado do dia 31 de outubro)-- o que significa a saída de 139 mil pessoas desse cadastro.


