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Dinheiro
16/11/2009 - 16h30

Dólar fecha a R$ 1,71; Bovespa valoriza 2,12%

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da Folha Online

O preço da moeda americana voltou a cair nas operações do mercado de câmbio doméstico, num dia de recuperação das Bolsas de Valores e de fortalecimento do euro frente ao dólar. Os agentes financeiros ainda trabalham com a perspectiva de novas medidas do governo --a exemplo do IOF sobre capital estrangeiro- que podem afetar a formação das cotações.

Dessa forma, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,710, nas últimas operações desta segunda-feira, em um um declínio de 0,69% sobre a cotação da semana passada. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,720 e R$ 1,710. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 1,830, avanço de 0,54%.

No mercado internacional, o euro ascendeu de US$ 1,4911, na noite de sexta-feira, para mais de US$ 1,50 nas operações desta segunda.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registra ganhos de 2,12%, aos 66.708 pontos. O giro financeiro é de R$ 8,40 bilhões. Somente o vencimento de opções movimentou R$ 3,62 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 1,33%.

Entre as principais notícias do dia, o boletim Focus, do Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro espera crescimento da economia. A inflação projetada, no entanto, não foi ajustada para cima, pelo contrário. Já as projeções para a taxa de câmbio em dezembro foram mantidas em R$ 1,70 (2009) e R$ 1,75 (2010).

O Ministério do Desenvolvimento apontou que a balança comercial reverteu o deficit da primeira semana, acumulando um saldo positivo de US$ 18 milhões nas duas semanas de novembro. No acumulado deste ano, a balança comercial aponta superavit de US$ 22,617 bilhões.

Em seu leilão diário de compra, o BC aceitou ofertas por R$ 1,7120 (taxa de corte).

Juros futuros

O mercado de juros futuros, que regula o custo do dinheiro nos bancos, manteve as taxas projetadas nos contratos de mais longo prazo.

No contrato que aponta os juros para janeiro de 2010, a taxa prevista permaneceu em 8,64% ao ano; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada ficou em 10,27%%. Essas taxas são preliminares e podem sofrer ajustes.

Comentários dos leitores
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Tratar a questão do câmbio como um problema conjuntural, como vem fazendo o Governo, é um equívoco. A atual valorização do real frente ao dólar e outras moedas resulta de uma nova realidade estrutural, ainda em fase de consolidação, que tende a tornar essa valorização ainda mais forte nos próximos anos. Por isso, exige resposta também estrutural. Exige um salto de produtividade por parte do parque produtivo nacional, que permita um reequlíbrio da competitividade de nossos produtos frente aos de nossos parceiros comerciais. Assim, medidas como baixa da taxa de juros, tributação da entrada de recursos estrangeiros, quarentena/pedágio sobre os investimentos especulativos, bem como o aumento sem limites das reservas cambiais do País, tudo isso poderá até surtir algum efeito de curtísssimo prazo, mas são medidas insustentáveis no médio e longo prazo e certamente não resolverão o problema. A (única) saída me parece óbvia, embora não tão fácil de implementar, que é atacar com firmeza e com sentido de urgência a questão do Custo Brasil, com investimentos maciços em infraestrutura, logísitca, educação e tecnologia por um lado e, por outro, com a revisão URGENTE dos nossos modelos/arcabouços tributário, trabalhista e previdenciário. Se isto não for atacado com prioridade máxima e com bastante foco, tudo o mais não passará de ações paliativas, no estilo "enxugar gelo". Mas isso, certamente, é TAREFA PARA O PRÓXIMO GOVERNO, pois que o atual bem pouco avançou nessa agenda! sem opinião
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celso assis (88) 11/12/2009 17h59
celso assis (88) 11/12/2009 17h59
A Bovespa está na maior bolha da história, e não é só devido aos gringos, que por sinal diminuiram sua exposição em novembro,mes em que a bolsa subiu mais de 8%. Neste mes quem aumentou sua participação foram os investidores institucionais, Bancos, e Empresas aqui do Brasil (ao todo aumentaram sua participação em cerca de 6,5% ) . Como se ve alguma coisa não bate com as informações divulgadas pela midia.
Sem dúvida alguem está pondo açucar para chamar os otários.
sem opinião
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Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
O nosso grande "Guru" Financeiro, o Sr. Lula da Silva deveria sair na capa da "Economist" vestido de CROUPIE. Seu governo está patrocinando o maior casino financeiro do mundo atual, bem aqui embaixo das nossas barbas !!!!
Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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