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Dinheiro
26/01/2010 - 09h59

Opel diz que reestruturação está pronta e busca acordo com sindicatos

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da Efe, em Frankfurt

O executivo-chefe da Opel --divisão da americana GM (General Motors) na Europa--, Nick Reilly, anunciou nesta terça-feira que o plano de saneamento da empresa "está pronto" e que "agora só se trata de conseguir um acordo final com os sindicatos".

Em declarações na central da Opel, na cidade alemã de Rüsselsheim, Reilly expressou sua confiança em um acordo "nas próximas duas ou três semanas".

Acrescentou que, apesar da resistência dos sindicatos no fechamento da fábrica da Antuérpia (Bélgica), os funcionários participarão do plano de reestruturação com uma renúncia salarial de 265 milhões de euros anuais nos próximos cinco anos.

O fechamento da unidade de produção na Antuérpia foi anunciado na quinta-feira (21); a decisão resultará na demissão de 2.300 funcionários, disse o dirigente do sindicato cristão CSC, Walter Cnop.

"É um drama total para os trabalhadores e a indústria belga", disse então Cnop, denunciando a arrogância da direção por basear sua decisão em elementos políticos e não econômicos. Ele destacou que o plano deve levar a um corte de 8.300 postos de trabalho, dos 50 mil existentes.

A fábrica da Antuérpia era considerada desde o início a mais ameaçada, apesar de também estarem em risco milhares de empregos na Alemanha e, em menor parte, na Espanha.

Saab

Na semana anterior, o presidente-executivo da GM, Ed Whitacre, informou que a empresa vai desativar a marca sueca Saab, devido à falta de ofertas atrativas pela unidade. Dias antes a GM havia informado que contratou a AlixPartners, empresa de reestruturação que ajudou em seu processo de concordata apoiado pelo governo norte-americano no ano passado, para lidar com a desativação da Saab.

"As ofertas que recebemos até o momento em termos de risco e financiamento foram tão boas quanto a opção de desativação", disse então o vice-presidente do conselho da GM, Bob Lutz.

Comentários dos leitores
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nao se deixem enganar pela propaganda, os EUA quebraram pois o governo nao teve controle dos especuladores, eles ficaram milionarios correndo riscos com dinheiro do imposto.
O Brasil nao teve problemas porque os bancos nao precisaram correr risco nenhum tiveram lucro usando dinheiro do governo com alto juros aprovado pelo governo, mas como os custos em geral estao crescendo muito impulsionado por propagandas suspeitas, quem pode quebrar no Brasil e a classe media pois nao terao $$ para pagar o alto custo dos servicos de crecdito brasileiro.
Portanto olho vivo nao se deixem individar por propagandas enganosas...a coisa pode quebrar, temos que ter o pe no cha.
sem opinião
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JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
OS GRANDES SETORES, NACIONAIS OU ESTRANGEIROS), BANCOS, ESTATAIS (PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONOMICVA FEDERSAL), AMBEV, AUTOMOTIVA, ALIMENTCIA, E MUITAS OUTROS, NESSE PÁIS MANDAM E DESMADAM, GANHAM QUANTO QUEREM. QUESTIONA-SE, SERÁ QUE UM PAIS DO PRIMEIRO MUNDO TERIAM TANTO LUCRO ASSIM SEM DAR NADA EM TROCA PARA A POPUÇÃO? E A PETROBRAS,O SOGAN "O PETROLEO É NOSSO", NOSSO DE QUEM? TEMOS UM DAS GASOLINAS MAIS CARA DO MUNDO. E O CAIXA PRETO DA PETROBRAS? VIVA O LULA. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
A respeito da volta da cobrança do ipi. É por demais conhecida a alta carga trkibutária brasileira, assim como esta redução de preços, aos trabalhadores de salários baixos e buscando melhorias que possam lhes dar mais capacidade de consumo, a não repassar a volta da taxação do ipi seria uma retribuição aos beneficios recebidos, um empenho em prol de ganhos de escala. Consumidor brasileiro que paga preços altos quando comparado aos praticados em diversos países, históricamete tem sido assim. No pós estouro de manada, crise no país da maior econômia do mundo e diversos outros paises, muitas industrias tiveram boas vendas e lucros aqui, graça ao interese do consumidor brasileiro, esta hora, a da volta do ipi, seria oportuno que os industriais continuassem praticando os preços atuais, beneficiando o consumidor, e permitido que esles possam ter bons lucros em ganho de escala, dada as pespectivas, e nivel de poder econômico do consumidor. Certo é que mesmo sem majoração dos preços, mesmo assim os preços ainda estarão maiores ao praticado em muitos outros países, inclisive aos de origem de algumas industrias, lá estão tendo quedas de vendas e até enfretam falta de rentabilidade...... 2 opiniões
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