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Dinheiro
29/01/2010 - 17h38

Obama anuncia pacote de US$ 33 bilhões para aumentar empregos

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da France Presse, em Washington
da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira um plano de US$ 33 bilhões destinado a incentivar as contratações nas pequenas empresas, dois dias depois de colocar o tema emprego no centro de ação de seu governo.

Em visita a uma pequena fábrica de Baltimore, a 60 km a noroeste de Washington, Obama anunciou uma isenção de impostos de empresas no valor de até US$ 5.000 por contratação em 2010, incluído num projeto fiscal que será submetido à aprovação do Congresso na segunda-feira.

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Ao destacar que o crescimento econômico dos Estados Unidos chegou à 5,7% no último trimestre de 2009, valor muito maior que o esperado, Obama assinalou que agora "é hora de voltar a colocar os Estados Unidos para trabalhar". "Tivemos dois anos muito difíceis", explicou o presidente.

As isenções de impostos terão um limite de US$ 500 mil por empresa e são dirigidos, prioritariamente, às pequenas empresas, disse a Casa Branca ao avaliar o custo total desta medida em US$ 33 bilhões.

Obama também anunciou incentivos fiscais para as pequenas empresas que aumentarem salários ou horas de trabalho de seus empregados.

A taxa de desemprego oficial nos Estados Unidos está situada em um nível historicamente elevado, de 10%. Mas, levando-se em conta os chamados desempregados "desanimados" (que pararam de procurar emprego), alcança os 17,3%, consequência da grave crise financeira e econômica que o país atravessa desde 2008.

A questão do emprego foi colocado por Obama como prioridade máxima do governo americano há dois dias, quando realizou o discurso anual de Estado da União perante o Congresso.

Ele elegeu a criação de novas vagas como a "prioridade número um" de seu governo em 2010. "O emprego deve ser nosso objetivo número um em 2010 e por isso peço este ano um projeto de lei para a criação de novos trabalhos", disse o presidente no discurso ocorrido na noite de terça-feira (madrugada de quarta-feira em Brasília). "Eu quero um projeto de lei de geração de empregos na minha mesa, sem demora."

A questão do desemprego é considerado um dos principais motivos para que a popularidade de Barack Obama, que era recorde para um presidente recém-eleito, tivesse despencado ao longo do primeiro ano de mandato, o que exigiu dele a resposta que ocorre agora.

Comentários dos leitores
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nao se deixem enganar pela propaganda, os EUA quebraram pois o governo nao teve controle dos especuladores, eles ficaram milionarios correndo riscos com dinheiro do imposto.
O Brasil nao teve problemas porque os bancos nao precisaram correr risco nenhum tiveram lucro usando dinheiro do governo com alto juros aprovado pelo governo, mas como os custos em geral estao crescendo muito impulsionado por propagandas suspeitas, quem pode quebrar no Brasil e a classe media pois nao terao $$ para pagar o alto custo dos servicos de crecdito brasileiro.
Portanto olho vivo nao se deixem individar por propagandas enganosas...a coisa pode quebrar, temos que ter o pe no cha.
sem opinião
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JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
OS GRANDES SETORES, NACIONAIS OU ESTRANGEIROS), BANCOS, ESTATAIS (PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONOMICVA FEDERSAL), AMBEV, AUTOMOTIVA, ALIMENTCIA, E MUITAS OUTROS, NESSE PÁIS MANDAM E DESMADAM, GANHAM QUANTO QUEREM. QUESTIONA-SE, SERÁ QUE UM PAIS DO PRIMEIRO MUNDO TERIAM TANTO LUCRO ASSIM SEM DAR NADA EM TROCA PARA A POPUÇÃO? E A PETROBRAS,O SOGAN "O PETROLEO É NOSSO", NOSSO DE QUEM? TEMOS UM DAS GASOLINAS MAIS CARA DO MUNDO. E O CAIXA PRETO DA PETROBRAS? VIVA O LULA. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
A respeito da volta da cobrança do ipi. É por demais conhecida a alta carga trkibutária brasileira, assim como esta redução de preços, aos trabalhadores de salários baixos e buscando melhorias que possam lhes dar mais capacidade de consumo, a não repassar a volta da taxação do ipi seria uma retribuição aos beneficios recebidos, um empenho em prol de ganhos de escala. Consumidor brasileiro que paga preços altos quando comparado aos praticados em diversos países, históricamete tem sido assim. No pós estouro de manada, crise no país da maior econômia do mundo e diversos outros paises, muitas industrias tiveram boas vendas e lucros aqui, graça ao interese do consumidor brasileiro, esta hora, a da volta do ipi, seria oportuno que os industriais continuassem praticando os preços atuais, beneficiando o consumidor, e permitido que esles possam ter bons lucros em ganho de escala, dada as pespectivas, e nivel de poder econômico do consumidor. Certo é que mesmo sem majoração dos preços, mesmo assim os preços ainda estarão maiores ao praticado em muitos outros países, inclisive aos de origem de algumas industrias, lá estão tendo quedas de vendas e até enfretam falta de rentabilidade...... 2 opiniões
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