Entenda a diferença entre as pesquisas do Dieese e do IBGE
da Folha OnlineA Fundação Seade e o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), em conjunto, e o IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizam mensalmente pesquisas de emprego e desemprego nas principais regiões do país.
Números da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) divulgados hoje pelo Seade/Dieese indicam que a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou em 20,3% em junho. Já a PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE registrou uma taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo de 14,5% no mesmo mês.
A diferença se dá porque as pesquisas utilizam metodologias diferentes para contabilizar o número de desempregados.
A Fundação Seade/Dieese divide o desemprego em três categorias: aberto; oculto por desalento; e oculto por trabalho precário. O desemprego aberto estima o número de pessoas que procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa.
Já o IBGE mede apenas o desemprego aberto. A pesquisa do IBGE não conta apenas que se encontram no chamado desemprego oculto.
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