30/07/2003
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12h27
da Folha Online
A Souza Cruz, maior exportadora de fumo e fabricante de cigarros do país, disse hoje que não vai atingir a meta de elevar em até 10% o volume de suas exportações de fumo neste ano.
Segundo o tesoureiro da empresa, Antonio Duarte Castro, a quebra da safra, entre março e junho, é o motivo da desistência dessa meta.
Ele afirmou que a empresa deve fechar o ano com um desempenho próximo do registrado em 2002, ou seja, um volume de cerca de 103 mil toneladas de fumo exportado.
"Houve uma frustração na safra de fumo. Não temos mais condições de aumentar esse volume", disse Castro, ao comentar os números do segundo trimestre, divulgados ontem.
Dólar
A Souza Cruz trabalha com a expectativa de alta do dólar nos próximos meses.
O tesoureiro da companhia, Antonio Duarte Castro, diz que a companhia trabalha com um valor médio de R$ 3,30 para a moeda americana até o final do ano.
Ele cita que a concentração de vencimentos de dívidas nos setores privado e público no segundo semestre, as discussões sobre as reformas do governo Lula e a maior atratividade dos títulos americanos são motivos para a subida das cotações.
No início do ano, a Souza Cruz projetava, no entanto, um dólar maior, a R$ 3,35, como valor médio até o final do ano.
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SÉRGIO RIPARDOda Folha Online
A Souza Cruz, maior exportadora de fumo e fabricante de cigarros do país, disse hoje que não vai atingir a meta de elevar em até 10% o volume de suas exportações de fumo neste ano.
Segundo o tesoureiro da empresa, Antonio Duarte Castro, a quebra da safra, entre março e junho, é o motivo da desistência dessa meta.
Ele afirmou que a empresa deve fechar o ano com um desempenho próximo do registrado em 2002, ou seja, um volume de cerca de 103 mil toneladas de fumo exportado.
"Houve uma frustração na safra de fumo. Não temos mais condições de aumentar esse volume", disse Castro, ao comentar os números do segundo trimestre, divulgados ontem.
Dólar
A Souza Cruz trabalha com a expectativa de alta do dólar nos próximos meses.
O tesoureiro da companhia, Antonio Duarte Castro, diz que a companhia trabalha com um valor médio de R$ 3,30 para a moeda americana até o final do ano.
Ele cita que a concentração de vencimentos de dívidas nos setores privado e público no segundo semestre, as discussões sobre as reformas do governo Lula e a maior atratividade dos títulos americanos são motivos para a subida das cotações.
No início do ano, a Souza Cruz projetava, no entanto, um dólar maior, a R$ 3,35, como valor médio até o final do ano.
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