10/06/2004
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13h21
Os médicos do Rio de Janeiro deverão suspender o atendimento dos usuários dos planos de saúde por 24 horas na quinta-feira, dia 17. A suspensão faz parte do movimento nacional da categoria, que reivindica o reajuste do valor pago pelas operadoras e seguradoras de saúde pelas consultas, honorários e demais procedimentos cirúrgicos.
Para alertar a população sobre a paralisação da próxima semana, o Conselho Regional de Medicina do Rio agendou uma manifestação da categoria para as 11h de domingo.
Neste dia, os médicos deverão fazer uma manifestação em Ipanema (zona sul). O movimento começará na esquina avenida Vieira Souto com a rua Maria Quitéria.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Heder Borba, a tabela de remuneração dos médicos está congelada há 10 anos. Em contrapartida, os convênios repassaram para seus usuários reajustes superiores a 200% nos últimos 7 anos.
Borba afirmou que a estratégia de mobilização é diferente em cada parte do país.
Na Paraíba, os médicos decidiram suspender o atendimento às seguradoras por tempo indeterminado a partir de 21 de junho.
Em Minas Gerais, por exemplo, os médicos decidiram descredenciar todas das operadoras de planos de saúde ligadas à Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), como Golden Cross, Gasmed, Good Life e Santa Casa Saúde de Belo Horizonte.
São Paulo
Os médicos da cidade de São Paulo marcaram para quinta-feira (17) assembléias que colocarão em votação uma eventual suspensão do atendimento dos serviços de planos de saúde na capital.
A assembléia de quinta-feira será uma prévia para um novo encontro da categoria, agendado para 1º de julho. Esta sim será a assembléia decisiva que definirá a possível paralisação da categoria ba capital.
O movimento de São Paulo amplia uma ação nacional dos médicos, que já alcança 14 Estados.
Segundo os médicos de São Paulo, o direito de assistência ao usuário está garantido. Numa eventual paralisação, os médicos darão um recibo da consulta para o usuário, que deverá pedir o reembolso na operadora de saúde.
Na Baixada Santista, por exemplo, os médicos decidiram não assinar qualquer tipo de contrato com planos e operadoras de saúde até as próximas orientações das entidades médicas.
Os médicos de Santos também decidiram cobrar dos usuários das seguradoras de saúde pelo sistema de reembolso a partir do dia 1º de julho.
Também a partir de 1º de julho, os médicos vão se descredenciar de alguns planos, como Intermédica, Unimed Intrafederativa, Unimed Litoral Sul, Saúde Santista, Samcil e Golden Cross.
No ABC paulista, os médicos suspenderam o atendimento de mais quatro empresas de saúde: Santa Amália, Intermédica, Unihosp e Imasf. Com isso, já são 22 planos descredenciados na região.
Especial
Arquivo: veja o que já foi publicado sobre a paralisação dos médicos
Médicos vão suspender atendimento de planos de saúde no Rio
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da Folha OnlineOs médicos do Rio de Janeiro deverão suspender o atendimento dos usuários dos planos de saúde por 24 horas na quinta-feira, dia 17. A suspensão faz parte do movimento nacional da categoria, que reivindica o reajuste do valor pago pelas operadoras e seguradoras de saúde pelas consultas, honorários e demais procedimentos cirúrgicos.
Para alertar a população sobre a paralisação da próxima semana, o Conselho Regional de Medicina do Rio agendou uma manifestação da categoria para as 11h de domingo.
Neste dia, os médicos deverão fazer uma manifestação em Ipanema (zona sul). O movimento começará na esquina avenida Vieira Souto com a rua Maria Quitéria.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Heder Borba, a tabela de remuneração dos médicos está congelada há 10 anos. Em contrapartida, os convênios repassaram para seus usuários reajustes superiores a 200% nos últimos 7 anos.
Borba afirmou que a estratégia de mobilização é diferente em cada parte do país.
Na Paraíba, os médicos decidiram suspender o atendimento às seguradoras por tempo indeterminado a partir de 21 de junho.
Em Minas Gerais, por exemplo, os médicos decidiram descredenciar todas das operadoras de planos de saúde ligadas à Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), como Golden Cross, Gasmed, Good Life e Santa Casa Saúde de Belo Horizonte.
São Paulo
Os médicos da cidade de São Paulo marcaram para quinta-feira (17) assembléias que colocarão em votação uma eventual suspensão do atendimento dos serviços de planos de saúde na capital.
A assembléia de quinta-feira será uma prévia para um novo encontro da categoria, agendado para 1º de julho. Esta sim será a assembléia decisiva que definirá a possível paralisação da categoria ba capital.
O movimento de São Paulo amplia uma ação nacional dos médicos, que já alcança 14 Estados.
Segundo os médicos de São Paulo, o direito de assistência ao usuário está garantido. Numa eventual paralisação, os médicos darão um recibo da consulta para o usuário, que deverá pedir o reembolso na operadora de saúde.
Na Baixada Santista, por exemplo, os médicos decidiram não assinar qualquer tipo de contrato com planos e operadoras de saúde até as próximas orientações das entidades médicas.
Os médicos de Santos também decidiram cobrar dos usuários das seguradoras de saúde pelo sistema de reembolso a partir do dia 1º de julho.
Também a partir de 1º de julho, os médicos vão se descredenciar de alguns planos, como Intermédica, Unimed Intrafederativa, Unimed Litoral Sul, Saúde Santista, Samcil e Golden Cross.
No ABC paulista, os médicos suspenderam o atendimento de mais quatro empresas de saúde: Santa Amália, Intermédica, Unihosp e Imasf. Com isso, já são 22 planos descredenciados na região.
Especial

