16/06/2004
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19h37
Os usuários das empresas e seguradoras de saúde devem denunciar à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) as empresas que vierem a suspender ou reduzir a rede credenciada de atendimento. Esta é a orientação da ANS para os 38 milhões de usuários do sistema privado de saúde, que estão no meio de um embate entre os médicos e operadoras.
A ANS informa que não pode interferir na discussão, ou seja, obrigar as empresas e operadoras a reajustar as tabelas de honorários dos serviços médicos e cirúrgicos.
No entanto, os usuários que deixarem de ser atendidos por médicos que aderiram ao movimento da categoria devem procurar a empresa e pedir pela indicação de um substituto.
Na falta de substituição, a ANS poderá vir a multar por não-atendimento a empresa de saúde.
Embate
Médicos de diversas partes do país estão aderindo ao movimento da categoria, que pede que as empresas de medicina de grupo e seguradoras de saúde adotem a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos).
Os médicos de São Paulo, por exemplo, se reúnem amanhã em assembléia para definir a possível adesão ao movimento.
Com a adoção da CBHPM, a tabela de remuneração das consultas e procedimentos cirúrgicos será reajustada.
Os médicos recebem hoje R$ 24, em média, por consulta das empresas de saúde. A categoria pede R$ 40 por consulta.
Para obrigar as empresas a adotar a CBHPM, médicos de diversos Estados estão suspendendo o atendimento. Em alguns casos, os médicos atendem o usuário pelo sistema de reembolso. Ou seja, o usuário deve pedir o reembolso da consulta para o seu convênio.
Empresas de saúde devem substituir médico que suspender atendimento
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da Folha OnlineOs usuários das empresas e seguradoras de saúde devem denunciar à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) as empresas que vierem a suspender ou reduzir a rede credenciada de atendimento. Esta é a orientação da ANS para os 38 milhões de usuários do sistema privado de saúde, que estão no meio de um embate entre os médicos e operadoras.
A ANS informa que não pode interferir na discussão, ou seja, obrigar as empresas e operadoras a reajustar as tabelas de honorários dos serviços médicos e cirúrgicos.
No entanto, os usuários que deixarem de ser atendidos por médicos que aderiram ao movimento da categoria devem procurar a empresa e pedir pela indicação de um substituto.
Na falta de substituição, a ANS poderá vir a multar por não-atendimento a empresa de saúde.
Embate
Médicos de diversas partes do país estão aderindo ao movimento da categoria, que pede que as empresas de medicina de grupo e seguradoras de saúde adotem a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos).
Os médicos de São Paulo, por exemplo, se reúnem amanhã em assembléia para definir a possível adesão ao movimento.
Com a adoção da CBHPM, a tabela de remuneração das consultas e procedimentos cirúrgicos será reajustada.
Os médicos recebem hoje R$ 24, em média, por consulta das empresas de saúde. A categoria pede R$ 40 por consulta.
Para obrigar as empresas a adotar a CBHPM, médicos de diversos Estados estão suspendendo o atendimento. Em alguns casos, os médicos atendem o usuário pelo sistema de reembolso. Ou seja, o usuário deve pedir o reembolso da consulta para o seu convênio.


