30/08/2004
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16h49
da Folha Online
As vendas de imóveis novos no primeiro semestre de 2004 aumentaram 29% em relação ao mesmo período de 2003. Números do Secovi-SP (sindicato de construtoras e imobiliárias) mostram que foram vendidos de janeiro a junho 9.223 imóveis, contra 7.218 de igual período de 2003.
Apesar do aumento nas vendas, as construtoras reduziram o ritmo de lançamento de novos empreendimentos em São Paulo. Foram lançadas no primeiro semestre 8,6 mil unidades, um queda de 38% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Essa diferença entre vendas e lançamentos pode ser explicada pelo estoque de imóveis, ou seja, que estavam encalhados. Com um volume menor de lançamentos no mercado, o comprador teve de buscar as unidades já lançadas em anos anteriores.
De acordo com o balanço do Secovi, o prazo médio de venda dos imóveis foi de 12 meses no primeiro semestre.
Para o Secovi-SP, o mercado imobiliário ainda está prejudicado pela redução da renda, principalmente nas camadas de menor poder aquisitivo.
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Vendas de imóveis sobem, mas lançamentos caem
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FABIANA FUTEMAda Folha Online
As vendas de imóveis novos no primeiro semestre de 2004 aumentaram 29% em relação ao mesmo período de 2003. Números do Secovi-SP (sindicato de construtoras e imobiliárias) mostram que foram vendidos de janeiro a junho 9.223 imóveis, contra 7.218 de igual período de 2003.
Apesar do aumento nas vendas, as construtoras reduziram o ritmo de lançamento de novos empreendimentos em São Paulo. Foram lançadas no primeiro semestre 8,6 mil unidades, um queda de 38% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Essa diferença entre vendas e lançamentos pode ser explicada pelo estoque de imóveis, ou seja, que estavam encalhados. Com um volume menor de lançamentos no mercado, o comprador teve de buscar as unidades já lançadas em anos anteriores.
De acordo com o balanço do Secovi, o prazo médio de venda dos imóveis foi de 12 meses no primeiro semestre.
Para o Secovi-SP, o mercado imobiliário ainda está prejudicado pela redução da renda, principalmente nas camadas de menor poder aquisitivo.
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