20/10/2004
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19h36
A Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) criticou a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que elevou a Selic para 16,75% ao ano. Em nota, o presidente da Fecomercio, Abram Szajman, disse que a medida deve provocar uma desaceleração no crescimento do setor.
"Os efeitos da elevação e mesmo da interrupção da trajetória de queda da Selic já podem ser notados. As taxas ao consumidor final voltaram a subir. O volume de crédito e os prazos de financiamento pararam de melhorar. O comércio sofrerá com isso", disse Szajman.
De acordo com ele, as conseqüências das altas consecutivas da Selic neste segundo semestre poderão provocar uma desaceleração do crescimento do setor.
A estimativa da entidade para a expansão do faturamento neste ano, comparado com 2003, está entre 4% e 5%.
Para a Fecomercio, a alta da Selic também não se justifica como forma de conter a inflação, que se tem mostrado sob controle. "A partir de uma pequena recomposição de renda, o consumidor conseguiu realizar a compra de um produto, planejada durante meses. Isso não pode ser visto como fator prejudicial, mas como um importante sinal de reativação da economia."
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da Folha OnlineA Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) criticou a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que elevou a Selic para 16,75% ao ano. Em nota, o presidente da Fecomercio, Abram Szajman, disse que a medida deve provocar uma desaceleração no crescimento do setor.
"Os efeitos da elevação e mesmo da interrupção da trajetória de queda da Selic já podem ser notados. As taxas ao consumidor final voltaram a subir. O volume de crédito e os prazos de financiamento pararam de melhorar. O comércio sofrerá com isso", disse Szajman.
De acordo com ele, as conseqüências das altas consecutivas da Selic neste segundo semestre poderão provocar uma desaceleração do crescimento do setor.
A estimativa da entidade para a expansão do faturamento neste ano, comparado com 2003, está entre 4% e 5%.
Para a Fecomercio, a alta da Selic também não se justifica como forma de conter a inflação, que se tem mostrado sob controle. "A partir de uma pequena recomposição de renda, o consumidor conseguiu realizar a compra de um produto, planejada durante meses. Isso não pode ser visto como fator prejudicial, mas como um importante sinal de reativação da economia."
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