16/02/2005
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13h50
Os imóveis vazios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) serão usados em projetos de financiamento da moradia popular. Ao todo, existem 1.073 imóveis do INSS nessas condições.
A utilização desses imóveis para a moradia popular foi definida no convênio assinado hoje entre os ministros Amir Lando (Previdência) e Olívio Dutra (Cidades).
O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso, também participou da assinatura do convênio, já que a instituição será o órgão avaliador dos imóveis.
O programa de apoio à regularização fundiária sustentável deve atender a população com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 1.300).
A Caixa informou que será criada uma força-tarefa para vistoriar e analisar a viabilidade de destinação de cada dos imóveis para habitação. Atualmente, encontram-se em fase avançada de estudo imóveis nas cidades do Rio de Janeiro (quatro edifícios), Vitória (um edifício), Porto Alegre (um edifício) e São Paulo (um edifício e três terrenos).
No ano passado, a instituição assinou convênio nos mesmos moldes com a RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.), para utilizar imóveis desocupados da União, em poder da rede ferroviária, para habitação de famílias de baixa renda. A RFFSA tem cerca de 300 mil imóveis que já estão sendo analisados para fins habitacionais.
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Imóveis vazios da Previdência serão destinados à moradia popular
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da Folha OnlineOs imóveis vazios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) serão usados em projetos de financiamento da moradia popular. Ao todo, existem 1.073 imóveis do INSS nessas condições.
A utilização desses imóveis para a moradia popular foi definida no convênio assinado hoje entre os ministros Amir Lando (Previdência) e Olívio Dutra (Cidades).
O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso, também participou da assinatura do convênio, já que a instituição será o órgão avaliador dos imóveis.
O programa de apoio à regularização fundiária sustentável deve atender a população com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 1.300).
A Caixa informou que será criada uma força-tarefa para vistoriar e analisar a viabilidade de destinação de cada dos imóveis para habitação. Atualmente, encontram-se em fase avançada de estudo imóveis nas cidades do Rio de Janeiro (quatro edifícios), Vitória (um edifício), Porto Alegre (um edifício) e São Paulo (um edifício e três terrenos).
No ano passado, a instituição assinou convênio nos mesmos moldes com a RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.), para utilizar imóveis desocupados da União, em poder da rede ferroviária, para habitação de famílias de baixa renda. A RFFSA tem cerca de 300 mil imóveis que já estão sendo analisados para fins habitacionais.
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