28/04/2005
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18h44
da Folha Online, em Brasília
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, anunciou hoje várias mudanças nos principais cargos da equipe econômica. A principal delas é a saída do secretário de Política Econômica do Ministério, Marcos Lisboa, que foi bombardeado pela esquerda do PT e pela oposição desde o início do governo.
No lugar de Lisboa, ficará o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, uma espécie de vice de Palocci, que agora se dedicará a uma área de prestígio menor.
A principal surpresa ficou por conta do nome que substituirá Appy no segundo posto mais importante da Fazenda: Murilo Portugal, diretor do Brasil junto ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Portugal foi secretário do Tesouro Nacional de 1992 a 1997.
Para o lugar de Murilo Portugal no FMI, o Brasil indicará Eduardo Loyo, diretor de Estudos Especiais do Banco Central.
No lugar, de Loyo vai para o BC Alexandre Tombini.
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ANA PAULA RIBEIROda Folha Online, em Brasília
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, anunciou hoje várias mudanças nos principais cargos da equipe econômica. A principal delas é a saída do secretário de Política Econômica do Ministério, Marcos Lisboa, que foi bombardeado pela esquerda do PT e pela oposição desde o início do governo.
No lugar de Lisboa, ficará o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, uma espécie de vice de Palocci, que agora se dedicará a uma área de prestígio menor.
A principal surpresa ficou por conta do nome que substituirá Appy no segundo posto mais importante da Fazenda: Murilo Portugal, diretor do Brasil junto ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Portugal foi secretário do Tesouro Nacional de 1992 a 1997.
Para o lugar de Murilo Portugal no FMI, o Brasil indicará Eduardo Loyo, diretor de Estudos Especiais do Banco Central.
No lugar, de Loyo vai para o BC Alexandre Tombini.
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