07/06/2005
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13h04
A General Motors anunciou hoje o corte de 25 mil postos de trabalho nos Estados Unidos. A redução do quadro de pessoal ocorrerá até 2008, segundo o presidente do grupo, Rick Wagoner.
"Precisamos fechar fábricas nos próximos anos", disse ele durante assembléia-geral de acionistas da GM.
Segundo ele, essa medida resultará numa economia de US$ 2,5 bilhões por ano para os cofres da companhia.
A montadora, que emprega 180 mil pessoas na América do Norte, atravessa uma de suas piores crises, com perdas contínuas de participação de mercado, redução nas vendas dos modelos 4x4 e piora de sua nota de risco.
Só no primeiro trimestre, a divisão da América do Norte da GM registrou um prejuízo de US$ 1,1 bilhão --foi o pior resultado em 13 anos.
Wagoner disse aos acionistas que o plano da empresa é "reduzir os custos e melhorar a qualidade". "Com pouca margem para mudar nossos preços, sabemos que não podemos recuperar os níveis de rentabilidade anteriores sem ter uma estrutura de custos competitiva e sem estar entre os melhores no quesito qualidade."
Segundo ele, as medidas que serão adotadas são difíceis, mas a GM corre o risco de afetar sua viabilidade de longo prazo se não enfrentar os problemas atuais.
O plano de recuperação
Entre as medidas que também devem ser implantadas pela GM está a redução das despesas com o pagamento do seguro saúde dos empregados.
Wagoner disse que seguro saúde dos empregados havia sido negociado com os sindicatos de trabalhadores numa época próspera para o setor. Mas agora esse benefício representa uma desvantagem competitiva para a GM em relação às outras montadoras.
"A crise do seguro saúde coloca nosso futuro em perigo. Devemos atuar agora", disse el.
Ele afirmou que buscará negociar com os sindicatos a solução que melhor atenda aos interesses "dos funcionários e dos acionistas".
Wagoner disse também que a GM reduzirá sua política de promoções de funcionários.
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GM anuncia redução de 25 mil postos de trabalho até 2008
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da Folha OnlineA General Motors anunciou hoje o corte de 25 mil postos de trabalho nos Estados Unidos. A redução do quadro de pessoal ocorrerá até 2008, segundo o presidente do grupo, Rick Wagoner.
"Precisamos fechar fábricas nos próximos anos", disse ele durante assembléia-geral de acionistas da GM.
Segundo ele, essa medida resultará numa economia de US$ 2,5 bilhões por ano para os cofres da companhia.
A montadora, que emprega 180 mil pessoas na América do Norte, atravessa uma de suas piores crises, com perdas contínuas de participação de mercado, redução nas vendas dos modelos 4x4 e piora de sua nota de risco.
Só no primeiro trimestre, a divisão da América do Norte da GM registrou um prejuízo de US$ 1,1 bilhão --foi o pior resultado em 13 anos.
Wagoner disse aos acionistas que o plano da empresa é "reduzir os custos e melhorar a qualidade". "Com pouca margem para mudar nossos preços, sabemos que não podemos recuperar os níveis de rentabilidade anteriores sem ter uma estrutura de custos competitiva e sem estar entre os melhores no quesito qualidade."
Segundo ele, as medidas que serão adotadas são difíceis, mas a GM corre o risco de afetar sua viabilidade de longo prazo se não enfrentar os problemas atuais.
O plano de recuperação
Entre as medidas que também devem ser implantadas pela GM está a redução das despesas com o pagamento do seguro saúde dos empregados.
Wagoner disse que seguro saúde dos empregados havia sido negociado com os sindicatos de trabalhadores numa época próspera para o setor. Mas agora esse benefício representa uma desvantagem competitiva para a GM em relação às outras montadoras.
"A crise do seguro saúde coloca nosso futuro em perigo. Devemos atuar agora", disse el.
Ele afirmou que buscará negociar com os sindicatos a solução que melhor atenda aos interesses "dos funcionários e dos acionistas".
Wagoner disse também que a GM reduzirá sua política de promoções de funcionários.
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