22/08/2005
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19h26
A Caixa Econômica Federal irá retomar a concessão de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança até o final do ano. O anúncio foi feito hoje pelo vice-presidente de habitação da Caixa, Jorge Hereda. O banco não operava essa modalidade de crédito desde 1992.
A Caixa deixou de aplicar recursos da poupança no crédito imobiliário alegando que já tinha excedido os 100% de sua carteira em financiamentos imobiliários. A lei exige que os bancos apliquem, no mínimo, 65% dos depósitos em caderneta de poupança nos financiamentos da casa própria. Mas a Caixa opera linhas de crédito financiadas com outros recursos: FAT, FGTS e funding próprio.
"Vamos voltar a aplicar com recursos da poupança porque a sobreaplicação está acabando. Já estamos desenhando o produto e devemos começar a contratar ainda este ano", disse Hereda.
Segundo ele, o produto da Caixa deverá ser "bastante competitivo, com juros abaixo de 12%, configuração nova e características bastante interessantes". "Deve atingir um hiato do mercado, ou seja, vai ficar entre o público favorecido pelo FGTS e aquele dos outros bancos, a classe média alta", disse.
Hereda afirmou que o novo produto vai complementar o leque de alternativas oferecido pela Caixa e estará em pleno funcionamento no começo de 2006.
Especial
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Caixa retoma financiamento da casa própria com recursos da poupança
da Folha OnlineA Caixa Econômica Federal irá retomar a concessão de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança até o final do ano. O anúncio foi feito hoje pelo vice-presidente de habitação da Caixa, Jorge Hereda. O banco não operava essa modalidade de crédito desde 1992.
A Caixa deixou de aplicar recursos da poupança no crédito imobiliário alegando que já tinha excedido os 100% de sua carteira em financiamentos imobiliários. A lei exige que os bancos apliquem, no mínimo, 65% dos depósitos em caderneta de poupança nos financiamentos da casa própria. Mas a Caixa opera linhas de crédito financiadas com outros recursos: FAT, FGTS e funding próprio.
"Vamos voltar a aplicar com recursos da poupança porque a sobreaplicação está acabando. Já estamos desenhando o produto e devemos começar a contratar ainda este ano", disse Hereda.
Segundo ele, o produto da Caixa deverá ser "bastante competitivo, com juros abaixo de 12%, configuração nova e características bastante interessantes". "Deve atingir um hiato do mercado, ou seja, vai ficar entre o público favorecido pelo FGTS e aquele dos outros bancos, a classe média alta", disse.
Hereda afirmou que o novo produto vai complementar o leque de alternativas oferecido pela Caixa e estará em pleno funcionamento no começo de 2006.
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