Dora Schindel ajudou vítimas do nazismo a fugir para o Brasil
da Deutsche Welle, na Alemanha
Dora Schindel ajudou a levar para Juiz de Fora 48 pessoas perseguidas pelo regime nazista. Aos 92 anos, a co-fundadora da Sociedade Brasil-Alemanha ainda trabalha pelo país que segundo afirma a salvou.
Quem visita Dora Schindel, no bairro Dottendorf, em Bonn, tem um encontro marcado com a história extra-oficial das relações teuto-brasileiras. A co-fundadora da Sociedade Brasil-Alemanha (DBG) é uma espécie de memória viva de contatos à margem do tapete vermelho entre os dois países.
Isso já começa pela sua biografia. Nascida em 16 de novembro de 1915 em Munique, dona Dorli como é conhecida na DBG emigrou duas vezes da Alemanha para escapar da perseguição nazista aos judeus.

