07/04/2009
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20h01
UE diverge quanto à oferta de asilo a prisioneiros de Guantánamo
da Deutsche Welle, na Alemanha
Depois de alguns países da União Europeia (UE) terem reagido positivamente ao pedido dos Estados Unidos de um abrigo para ex-prisioneiros da base militar de Guantánamo, o bloco discute implicações dessa decisão controversa.
A ministra do Interior da Áustria, Maria Fekter, ficou preocupada com o anúncio de que a Espanha, Portugal e a França concederiam asilo a pessoas a serem libertadas da prisão norte-americana instalada em Cuba.
"Não posso imaginar a liberdade de trânsito dessas pessoas no território onde vigora o Acordo de Schengen", disse em encontro de ministros do Interior da UE em Luxemburgo.
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Especial



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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
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