Intervenção armada em Honduras é improvável, dizem especialistas
da Deutsche Welle, na Alemanha
Enquanto Honduras vive momentos de incerteza e tensão, discussões nas Nações Unidas, na OEA (Organização dos Estados Americanos) e no Sistema de Integração Centro-Americana (SICA) buscam uma saída pacífica para a crise, em conformidade com o Estado de Direito. Na contramão, alguns governos latino-americanos veem na intervenção armada uma saída válida.
Parlamentares e opositores insistem que não houve golpe contra o presidente Manuel "Mel" Zelaya e sim uma "substituição constitucional", embora a presença de tanques de guerra nas ruas da capital Tegucigalpa não seja exatamente uma cena cotidiana.
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