11 de Setembro mudou política europeia de segurança
da Deutsche Welle, na Alemanha
Desde os atentados de 11 de setembro de 2001, os países ocidentais tentam se prevenir de novos ataques terroristas. A Europa acirrou sua política de segurança e vigilância, algo que não deixou de render protestos.
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Relembre sequência dos ataques terroristas
As investigações sobre os pilotos responsáveis pelos atentados às torres gêmeas em Nova York e ao Pentágono conduziram a pistas na Europa, sobretudo em Hamburgo. Com os ataques terroristas em Madri, no ano de 2004, e em Londres, um ano mais tarde, a Europa passou a ser ela própria cenário do terrorismo.
Em 2004, o então ministro alemão das Relações Exteriores, Joschka Fischer, afirmou: "Temos que fazer o possível para agirmos preventivamente e para além das fronteiras nacionais. Não podemos nos deixar coagir pelo terrorismo".
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
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