Crise financeira provoca renascimento inesperado do FMI
da Deutsche Welle, na Alemanha
Seguindo o lema de que quem é vivo sempre aparece, o Fundo Monetário Internacional, após anos observando sua relevância e poder de ação diminuírem, sai fortalecido da crise financeira e econômica internacional.
"O FMI voltou à ativa", diz seu diretor-geral, o ex-ministro francês das Finanças Dominique Strauss-Kahn. Em virtude da crise, já foram concedidos mais de 100 bilhões de dólares de empréstimos a países em risco extremo de inadimplência. Um dos primeiros países a receber tais recursos foi a Islândia, cuja economia ameaçou desmoronar em função da crise bancária.
O México recebeu a confirmação do maior crédito até agora, no valor de 47 bilhões de dólares, e a Polônia, de 20,5 bilhões de dólares. Seguiram-se Belarus, Letônia, Hungria, Paquistão, Sérvia e Ucrânia. Mas também a Turquia, a Romênia, a Mongólia e a Bulgária apelaram para o auxílio do Fundo Monetário Internacional. E outros ainda devem seguir.

