05/10/2009
-
12h55
Especialistas questionam sucesso da missão ocidental no Afeganistão
da Deutsche Welle, na Alemanha
Nos cerca de oito anos em que as Forças Armadas alemãs estão no Afeganistão como parte da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf), a missão já custou a vida de vários membros da Bundeswehr.
Perante a opinião pública alemã, a missão é motivo de controvérsia, com parte da população defendendo a retirada das tropas. Também entre especialistas existem diferentes opiniões quanto ao crescente perigo de uma derrota no Afeganistão. Mas todos parecem concordar que o perigo do fracasso é real.
Leia mais notícias sobre Afeganistão-Paquistão
- Homem-bomba ataca escritório da ONU no Paquistão e mata cinco
- Supositório-bomba é nova arma da Al Qaeda, diz "Figaro"
- Otan sofre piores baixas no Afeganistão desde 2008
- Oito soldados americanos e dois afegãos morrem em ataque no Afeganistão
Outras notícias internacionais
- Enchentes na Índia deixam ao menos 233 mortos e 1,5 milhão de desabrigados
- Em visita, presidente Lula recebe medalha do Parlamento belga
- Socialistas vencem eleição grega e prometem estímulo à economia
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre Afeganistão-Paquistão
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria



Quando se vê notícias desse tipo, com o assassinato de algumas dúzias em "regiões tribais" no Paquistão, me questiono se não seriam sessões de teste desse programa do governo ironicamente chamado "skynet".
avalie fechar
Porque falarem mal de Hitler então? Temos exemplos na história que nos alertaram de como não seguir adiante... Porque insistimos nos mesmos erros?
O mundo tem por obrigação de parar com esses assassinatos, através de um protesto maciço, nunca feito até então. Se não tentarmos, corremos o risco de perdermos nossa identidade humana.
Descansem em paz...
avalie fechar
Atualmente, não são poucos os europeus que consideram o islã uma ameaça. Os motivos para tal não são fáceis de evidenciar. No entanto, somente um esforço paciente de integração de ambos os lados poderá ajudar.
O fato de os suíços terem rejeitado através de plebiscito a construção de novos minaretes no país desencadeou na Europa um novo debate sobre o diálogo e a coexistência com o islamismo. Tal discussão parece confirmar a suspeita de que a desconfiança e a rejeição aberta em relação aos muçulmanos continuam a crescer.
Na Suíça foi a questão dos minaretes. Na Alemanha, por repetidas vezes, a construção das próprias mesquitas. Tais exemplos mostram que a mera visibilidade de uma casa divina atípica parece provocar medo nas pessoas. Quanto maior a construção, maior o temor da suposta intenção do islã de dominar a Europa.
Isso é intensificado pelas declarações de alguns muçulmanos radicais, em alguns países europeus, de que o islã se tornará a primeira e principal religião e que, em vez da democracia, a Charia [código de leis do islamismo] se estabalecerá no continente.
Fonte: DW World.
Isso só terá fim após o Arrebatamento da Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o estabelecimento do governo mundial do Anticristo e o ataque das nações a Israel na Planíce de Megido (Armagedom).
Saiba mais, visite: www.chamada.com.br
Maranata.
avalie fechar