Oposição e aliados criticam plano de redução tributária do novo governo alemão
da Deutsche Welle, na Alemanha
Após três semanas de negociações, os partidos que sustentam o novo mandato de Merkel estão satisfeitos com os acordos fechados. Mas a redução de impostos planejada pelo novo gabinete colhe críticas, não só da oposição.
O clima geral é de satisfação entre os integrantes dos partidos da coalizão que sustentará o segundo mandato de Angela Merkel. Os conservadores da União Democrata Cristã (CDU) e sua agremiação irmã, a União Social Cristã (CSU), e o Partido Liberal Democrático (FDP) aprovaram o contrato de coalizão, documento de 124 páginas com as diretrizes para os próximos quatro anos.
A chanceler federal Angela Merkel prometeu um governo de toques mais acentuados de economia de mercado, mas não esquecerá o lado social da democracia cristã.
"Não tenho dúvidas de que conseguiremos uma boa colaboração com o Partido Liberal. Mas seremos a força, a força do meio, que fica atenta para que, de um lado. seja possível o crescimento econômico em nosso país e, do outro, que se faça realmente valer os interesses de todos, e que tenhamos um coração para as pessoas que precisam de ajuda e solidariedade", afirmou a chefe de governo alemã.
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