Educação

Cantinas escolares

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou uma lei que proíbe as cantinas em escolas públicas e particulares de vender alimentos com gordura trans, considerada prejudicial à saúde, como coxinhas e refrigerantes. O texto aguarda sanção do governador José Serra (PSDB).


Comentários dos leitores
Gladimir Guimarães Granada (4) 18/05/2009 23h20
Gladimir Guimarães Granada (4) 18/05/2009 23h20
Lamentável e contraditório o comentário do Barrionuevo. Ele está preocupado que alguém vai ganhar. Mas não tem a mesma preocupação com quem já está ganhando. Está claro que alguns sairão para comprar nas imediações das escolas, mas uma parte será atingida por esta medida. E isso ja será um bom começo. Quanto ao argumento da liberdade e tudo o mais, tenho duas coisas a ponderar. Ninguém permite a uma criança que ela corra antes de aprender a caminhar. Se não permitimos que ela corra, estamos tolhendo a liberdade também. E a segunda é que foi baseado nesta teoria que a sociedade atingiu este estado lamentável que hoje se encontra. Todos somos unânimes em reclamar, mas quando alguém faz algo, como esta medida, aparecem os "tolhidos da liberdade", e acabam confundindo liberdade com libertinagem. A ditadura desta lei está ou não se opondo à ditadura dos comerciais que oferecem frituras, refrigerantes e similares em detrimento de alimentos saudáveis? Alguém já viu propaganda de maçã ou laranja nas cantinas? O argumento de que informações seriam suficientes chega a ser hilário. Qual a criança, com dinheiro na mão chegará na cantina, vendo propaganda de frituras e refrigerantes, pedirá uma laranja, maçã, suco natural? Ainda mais que destas mercadorias jamais haverá propaganda.
Pode ser castrante, mas necessária e oportuna a medida. Talvez careça de algum aperfeiçoamento, mas algo tinha de ser feito. E para eleitoreira ela não serve, pois até antipática é.
sem opinião
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miriam reis (1) 18/05/2009 22h59
miriam reis (1) 18/05/2009 22h59
pergunto e as salsichas e alimentos enlatados esses nao fazem mal como merenda escolar? sem opinião
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Nelson Cesaretti (1) 18/04/2009 21h16
Nelson Cesaretti (1) 18/04/2009 21h16
Excelentes as colocações da Sra. Rita Ribeiro, e do Sr Francisco Barrionuevo. As políticas atuais aprofundam a cada dia a repressão do estado sobre a população, enquanto a educação em todo país continua a sofrer com as políticas que não valorizam a educação. Apesar de propagandearem que os resultados das últimas avaliações do Saresp mostram evolução, nossa educação continua no fundo do poço. Como mostram os "nobres deputados" aprovando o aumento da repressão e não incentivos à educação 5 opiniões
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Rita Ribeiro (6) 17/04/2009 18h16
Rita Ribeiro (6) 17/04/2009 18h16
Educação de qualidade é professor ganhando bem e aluno aprendendo. Essa lei é absurda. As pessoas não tem o direito de interferir naquilo que os outros comem e na vida das pessoas. Onde está a liberdade de cada um? Se bobear, vão inventar uma lei para mandar os alunos amordaçados para a escola, assim não comem e vão manter o peso...
Poupe-nos do mal gosto. Quem tem que dar orientação para os filhos são os pais. E não uma lei ridícula como essa.
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Roberto Lara (8) 17/04/2009 13h43
Roberto Lara (8) 17/04/2009 13h43
Medida de grande relevância no contexto da educação, como sempre demontrando a dedicação e preocupação dos nobres deputados com o a qualidade do ensino! 8 opiniões
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Patricia Brusantin (1) 17/04/2009 13h23
Patricia Brusantin (1) 17/04/2009 13h23
Muito interessante a reportagem pois mostra a preocupação com a saúde de nossas ciranças e principalmente a prevenção de doenças origindas por uma alimentação inadequada.... 13 opiniões
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Francisco Barrionuevo (11) 17/04/2009 12h29
Francisco Barrionuevo (11) 17/04/2009 12h29
Lastimável ver que a nobreza de nossos representantes se limita a punir uma sociedade mal informada, isso é o mesmo que tirar doce de criança.
Penso que deveríamos ter sim, políticas de esclarecimento para a população orientando sobre uma alimentação saudável e os riscos que determinadas "combinações" podem acarretar a saúde.
Ademais, como fica a liberdade de escolha do cidadão, e os cantineiros que terão de se adaptar subitamente? Tá na cara que alguém vai ganhar com isso...
Isso é triste, até mais do que a má alimentação provocada pela vida escravizante do cidadão que precisa se desdobrar para sobreviver e acaba sendo forçado a ingerir todo tipo de alimento à mão, desde que seja rápido o bastante, seria bem melhor se vivêssemos numa sociedade que respeitasse mais o homem e a vida digna.
Mais uma medida para aquela lista onde se acredita que o único meio de educar é pela via da penalização do bolso do cidadão...
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M BMB (1) 17/04/2009 11h59
M BMB (1) 17/04/2009 11h59
É impressionante como as pessoas têm uma mentalidade limitada (e é na mão dessa gente que estão os sindicatos).... Se essa medida tiver objetivo eleitoreiro, ela é bem fraca, pois vai causar insatisfação de muita gente.
Na realidade seu valor está em pelo menos oferecer e estimular as crianças a ter uma alimentação mais saudável. A cantina vai passar a colaborar na formação do aluno enquanto pessoa, o que pode ser levado ao lar e influenciar outros membros da família. É claro que muitos vão continuar saindo e comprando coxinhas com refrigerante, mas tenho convicção que muitos vão melhorar seus hábitos alimentares por conta da medida. Isso, por si só, já é um grande benefício não só para a sociedade, mas para o Estado também, que vai ter menos custos com tratamento de saúde dos futuros adultos por má alimentação.
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