Educação

Enem

Dados divulgados ontem pelo Ministério da Educação apontam que apenas 8% das escolas "tops" do país no ensino médio são públicas. Ainda assim, são unidades de elite do sistema, que fazem seleção para escolher seus alunos. A Folha analisou o resultado dos 1.917 melhores colégios no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o que representa 10% do total. Destas quase 2.000 escolas, apenas 151 são públicas (83 federais).


Comentários dos leitores
cleyton queiroz (11) 04/05/2009 10h52
cleyton queiroz (11) 04/05/2009 10h52
O comentário do sr. Gerson Luiz é conclusivo, acrescente-se à baderna estabelecida, o resultado de um possível "ENEM" dos professores da rede pública e teria fim a discursão das causas do semi-analfabetismo dos formandos do ensino médio. 2 opiniões
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sergio abreu (1) 30/04/2009 11h07
sergio abreu (1) 30/04/2009 11h07
O ENEM até agora tem sido uma prova inteligente. Temo pelas novas modificações que farão no próximo ano, será um retrocesso no processo de seleção. Provas grandes de múltipla escolha, remetem ao vestibular unificado que fiz em 1978. Que mantenham as provas onde o aluno tenha que justificar suas respostas! 10 opiniões
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Afonso Ueno (79) 29/04/2009 22h37
Afonso Ueno (79) 29/04/2009 22h37
Quando os professores serão valorizados e ganharão um salário justo e razoável?
Deve haver equidade entre o salário do professor universitário e do docente da educação básica.Ambos possuem grau universitário e são professores.
Até quando os governantes humilharão os professores que possuem nível superior;
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GERSON LUIZ ARMILIATO (11) 29/04/2009 16h16
GERSON LUIZ ARMILIATO (11) 29/04/2009 16h16
Há muito discurso sobre melhorar o ensino público, mas a abordagem da solução tem desprezado a questão inercial dessa falência, qual seja, o desmonte institucionalizado da autoridade disciplinar do corpo docente sobre os alunos.
Nesse sentido, as viúvas de Foucault. que assumiram o comando da educação pública nos últimos 15 anos, impuseram uma desestruturação da hierárquica disciplinar entre alunos e professores, através de um modelo pseudo includente, que felizmente não foi seguido na maioria das escolas particulares, e que levou a maioria das escolas públicas à baderna generalizada e a violência.
Conheço varias escolas sem professores e vários professores sem escola, os quais, em razão dos desacatos e da violência que sofreram por parte dos alunos, afirmam que 'não mais dariam aula naquela escola por dinheiro nenhum do mundo'.
Na atual conjuntura da escola pública, temos uma minoria de alunos que não vai a escola para estudar, mas sim, para impor aos outros sua sociopatia. Tais alunos, em razão do atual discurso pseudo includente, não podem ser afastados dos que realmente estão na escola para aprender, comprometendo assim, todo o sistema de ensino.
Sem que se imponha o respeito, a disciplina e a hierarquia como pré-condição para o aluno freqüentar a escola, todo o discurso de melhora da educação pública é uma quimera utópica, e que nunca passará de apenas sonho das viúvas de Foucault.
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Willians Viana (18) 29/04/2009 14h23
Willians Viana (18) 29/04/2009 14h23
Nada a se estranhar do mal resultado das escolas públicas (exceto algumas federais, técnicas ou ligadas à universidades). Uma mistura de falta de perspectiva do jovem que não enxerga mais os estudos como forma de ascensão social, num país que pouco oferta em termos de oportunidades às classes mais baixas da população. Alie-se a isso, a velha falta de condições dadas pelas escolas (falta professores, professores improvisados) e também a pouca participação da família. Resultado: acho que estamos perdendo uma geração, ao menos se considerarmos a grande massa da população. Uma geração incapaz de interpretar textos, de um raciocínio matemático pouco mais completo, de interpretar seu próprio corpo, a natureza, as relações sociais etc. Embora haja a obrigatoridade de percentuais de gastos na educação, não é raro ver casos de desvios de verbas, superfaturamentos, etc, pelo poder público. 8 opiniões
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Luiz Antonio Marcelino (47) 29/04/2009 13h31
Luiz Antonio Marcelino (47) 29/04/2009 13h31
CONTINUANDO...
Pode parecer bobeira o que estou escrevendo mas, pergunte a qualquer adolescente de 14 anos o que ele sabe sobre o Brasil... inevitávelmente ele falará alço sobre a Amazônia, alguma coisa sobre o Pres. Lulla, e mais nada ...
As crianças sequer aprendem a pensar... são ensinadas a repetir coisas sem a menor percepção do que realmente significam.
Valores como Pátria, Nação, consciência de povo, sociedade, foram varridos da sociedade brasileira...
Ou vocês acham que a bagunça total em que se encontra nossa sociedade, foi coisa que aconteceu da noite para o dia???
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Luiz Antonio Marcelino (47) 29/04/2009 13h23
Luiz Antonio Marcelino (47) 29/04/2009 13h23
O que se esperar de um País onde, o povo elege os governantes e estes, apenas "se ajeitam na vida".
Quando em 1974, eu cursava a 4ª série do primário (hoje conhecido como básico ou fundamental).
Sabem o que eu aprendi lá??? Além de Português "compreensão do texto" e matemática (operações básicas de somar, dividir, multiplicar...), aprendíamos naquela época sobre o Brasil:
1- quais os estados e suas capitais;
2- qual a divisão regional (norte, nordeste, sudeste, sul, centro-oeste);
3- sobre o relevo, tipo de vegetação, principais rios e seus afluentes;
4- ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL - ESTADOS E MUNICÍPIOS, SOBRE OS PODERES, LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO, QUEM É O PRESIDENTE DA REPÚBLICA E QUEM SÃO OS MINISTROS DE ESTADO, QUAIS SÃO OS SÍMBOLOS NACIONAIS, QUAIS SÃO AS ARMAS NACIONAIS, QUAIS AS PRINCIPAIS DATAS CÍVICAS...
Hoje, tudo isso não passa de (UFANISMO) como dizem os "democráticos senhores do poder" e que, desde 1986 vem apenas destruindo o que foi construido ao longo de anos de trabalho
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