Química foi fácil, e história teve prova longa; veja resolução da Unicamp
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da Folha OnlineEnquanto química foi fácil, história foi muito extensa e deixou os assuntos nacionais em segundo plano. Essa foi a opinião dos professores do Anglo Vestibulares, parceiro da Folha Online, sobre o segundo dia da segunda fase do vestibular da Unicamp.
- Confira a resolução comentada feita pelo Anglo Vestibulares
- Confira as provas de química e história (em PDF)
Química
Para o professor João Usberco, a prova foi a mais fácil dos últimos anos e não precisou de "decoreba". "Os principais tópicos foram abordados."
Segundo Usberco, muitos enunciados não deram informações relevantes para a resolução das questões; ele citou, como exemplos, a 7, 8 e 12. "Se não houvesse o texto, dava para responder na boa."
O professor achou que o tempo de prova foi compatível com a dificuldade da avaliação.
História
O professor Jucenir da Silva Rocha reclamou da distribuição entre história do Brasil e geral. "Foram 12 questões, com 33 itens. Só 13 sobre o Brasil", afirmou. "Acho que aqui é o único lugar do mundo em que a história geral é mais importante que a nacional."
Dentro da história do Brasil, Rocha gostou da distribuição dos temas. "O nível de dificuldade também foi boa. Nem dificílima, nem muito fácil."
Como crítica, o professor citou ainda o tempo para resolução da disciplina. "O aluno médio não conseguiu responder todas as questões."
Sobre história geral, o professor Gian Paollo Dorigo afirmou que a prova foi "trabalhosa, com muitos itens por questão".
"Houve algumas de respostas imediatas, como a 24-a, e outras muito complexas, como a 21-c."
Abstenção
A taxa de ausentes neste segundo dia aumentou: 6,84% contra 6,21%. Dos 15.157 classificados, 1.037 não compareceram.
Próximas provas
Nesta terça-feira será a vez de física e geografia; na quarta, matemática e língua estrangeira (inglês ou francês). Todas começam às 14h (os portões serão fechados às 13h45) e têm duração de quatro horas. A primeira lista de aprovados sai em 4 de fevereiro.
Ainda nesta terça começa a correção dos exames. Em média, de 30 a 40 pessoas --professores da universidade ou pós-graduandos-- fazem a correção de cada uma das disciplinas.
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