10/08/2004
-
06h31
Estudantes ouvidos pela Folha mostraram opiniões variadas com relação ao formato da nova prova. Para alguns, não significará uma melhoria no sistema de ensino. Outros acreditam que ela possa contribuir para o aperfeiçoamento curricular.
Elisa Amaral Pavan, 21, estudante do curso de serviço social da PUC-SP, afirma que o novo formato "não faz diferença". Para Pavan, a mudança na avaliação deveria vir acompanhada de "uma política para que se melhore a universidade".
Colega de Pavan, Anderson Souza, 24, tem opinião semelhante. Ele entende que a nova prova é mais uma forma "de adequação ao mercado, de que você tem que ser um profissional [com conhecimento] generalizado".
Rodrigo Dorneles, 25, aluno de fonoaudiologia na PUC-SP, é favorável. "É interessante porque abrange muitos assuntos."
Para Aline Moraes de Oliveira, 20, que cursa ciências farmacêuticas na USP, a abrangência da prova é positiva. "Acredito que uma pessoa com conhecimento geral seja mais competente." Aisha Tanaka, 19, estudante do mesmo curso, afirma que a prova com assuntos de conhecimento geral é positiva, mas não deveria contar na pontuação do aluno.
Leia mais
Novo provão abordará globalização e ética
Especial
Veja o que já foi publicado sobre o Enade
Alunos divergem sobre abrangência do novo provão
Publicidade
da Folha de S.PauloEstudantes ouvidos pela Folha mostraram opiniões variadas com relação ao formato da nova prova. Para alguns, não significará uma melhoria no sistema de ensino. Outros acreditam que ela possa contribuir para o aperfeiçoamento curricular.
Elisa Amaral Pavan, 21, estudante do curso de serviço social da PUC-SP, afirma que o novo formato "não faz diferença". Para Pavan, a mudança na avaliação deveria vir acompanhada de "uma política para que se melhore a universidade".
Colega de Pavan, Anderson Souza, 24, tem opinião semelhante. Ele entende que a nova prova é mais uma forma "de adequação ao mercado, de que você tem que ser um profissional [com conhecimento] generalizado".
Rodrigo Dorneles, 25, aluno de fonoaudiologia na PUC-SP, é favorável. "É interessante porque abrange muitos assuntos."
Para Aline Moraes de Oliveira, 20, que cursa ciências farmacêuticas na USP, a abrangência da prova é positiva. "Acredito que uma pessoa com conhecimento geral seja mais competente." Aisha Tanaka, 19, estudante do mesmo curso, afirma que a prova com assuntos de conhecimento geral é positiva, mas não deveria contar na pontuação do aluno.
Leia mais
Especial


