05/10/2005
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14h57
Professores da rede estadual de São Paulo realizam uma manifestação em frente à Assembléia Legislativa, no Ibirapuera (zona sul), na tarde desta quarta-feira. Eles protestam contra um projeto de lei enviado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) que regulamenta a contratação de trabalhadores no regime conhecido como ACT (Admitidos em Caráter Temporário).
Estimativas da Polícia Militar apontam que o protesto reúne cerca de 1.200 pessoas. A organização espera mais de 5.000. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o trânsito está complicado na região.
O projeto prevê que os trabalhadores temporários tenham contratos de seis meses, renováveis por outros seis. Depois de cumprir um ano, o trabalhador só poderá ser contratado temporariamente de novo depois de dois anos.
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), as novas regras vão possibilitar a demissão dos funcionários temporários que já estão trabalhando. A categoria ameaça entrar em greve, caso o governo não retire o projeto.
Em evento ocorrido no último domingo, Alckmin negou que os trabalhadores que já estão contratados serão demitidos. "Não há nenhum risco e ninguém vai ser demitido. Vamos regulamentar daqui para a frente", disse Alckmin.
Apesar da declaração do governador, a Apeoesp se queixa de que o texto do projeto não é claro em relação à situação dos funcionários contratados em regime temporário que estão atuando atualmente.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre greve de professores
Professores protestam em frente à Assembléia Legislativa de SP
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da Folha OnlineProfessores da rede estadual de São Paulo realizam uma manifestação em frente à Assembléia Legislativa, no Ibirapuera (zona sul), na tarde desta quarta-feira. Eles protestam contra um projeto de lei enviado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) que regulamenta a contratação de trabalhadores no regime conhecido como ACT (Admitidos em Caráter Temporário).
Estimativas da Polícia Militar apontam que o protesto reúne cerca de 1.200 pessoas. A organização espera mais de 5.000. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o trânsito está complicado na região.
O projeto prevê que os trabalhadores temporários tenham contratos de seis meses, renováveis por outros seis. Depois de cumprir um ano, o trabalhador só poderá ser contratado temporariamente de novo depois de dois anos.
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), as novas regras vão possibilitar a demissão dos funcionários temporários que já estão trabalhando. A categoria ameaça entrar em greve, caso o governo não retire o projeto.
Em evento ocorrido no último domingo, Alckmin negou que os trabalhadores que já estão contratados serão demitidos. "Não há nenhum risco e ninguém vai ser demitido. Vamos regulamentar daqui para a frente", disse Alckmin.
Apesar da declaração do governador, a Apeoesp se queixa de que o texto do projeto não é claro em relação à situação dos funcionários contratados em regime temporário que estão atuando atualmente.
Especial


