05/10/2005
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18h32
Uma manifestação realizada na tarde desta quarta-feira por professores da rede estadual de São Paulo reuniu cerca de 8.000 pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar. Ela começou em frente à Assembléia Legislativa (zona sul) e, por volta das 18h30, interditava a avenida Paulista (região central) em ambos sentidos.
Os professores protestam contra um projeto de lei enviado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) que regulamenta a contratação de trabalhadores no regime conhecido como ACT (Admitidos em Caráter Temporário).
O projeto prevê que os trabalhadores temporários tenham contratos de seis meses, renováveis por outros seis. Depois de cumprir um ano, o trabalhador só poderá ser contratado temporariamente de novo depois de dois anos.
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), as novas regras vão possibilitar a demissão dos funcionários temporários que já estão trabalhando. A categoria ameaça entrar em greve, caso o governo não retire o projeto.
Resposta
Em evento ocorrido no último domingo, Alckmin negou que os trabalhadores que já estão contratados serão demitidos. 'Não há nenhum risco e ninguém vai ser demitido. Vamos regulamentar daqui para a frente', disse Alckmin.
Apesar da declaração do governador, a Apeoesp se queixa de que o texto do projeto não é claro em relação à situação dos funcionários contratados em regime temporário que estão atuando atualmente.
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PM estima que protesto de professores tenha reunido 8.000 em SP
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da Folha OnlineUma manifestação realizada na tarde desta quarta-feira por professores da rede estadual de São Paulo reuniu cerca de 8.000 pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar. Ela começou em frente à Assembléia Legislativa (zona sul) e, por volta das 18h30, interditava a avenida Paulista (região central) em ambos sentidos.
| Flávio Florido/Folha Imagem |
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| Professores protestam contra projeto em SP |
O projeto prevê que os trabalhadores temporários tenham contratos de seis meses, renováveis por outros seis. Depois de cumprir um ano, o trabalhador só poderá ser contratado temporariamente de novo depois de dois anos.
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), as novas regras vão possibilitar a demissão dos funcionários temporários que já estão trabalhando. A categoria ameaça entrar em greve, caso o governo não retire o projeto.
Resposta
Em evento ocorrido no último domingo, Alckmin negou que os trabalhadores que já estão contratados serão demitidos. 'Não há nenhum risco e ninguém vai ser demitido. Vamos regulamentar daqui para a frente', disse Alckmin.
Apesar da declaração do governador, a Apeoesp se queixa de que o texto do projeto não é claro em relação à situação dos funcionários contratados em regime temporário que estão atuando atualmente.
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