14/02/2006
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15h06
As aulas que deveriam ter começado segunda-feira (13) no campus Monte Alegre da PUC-SP, o principal da instituição, foram adiadas para o dia 2 de março, devido à crise financeira pela qual a universidade passa. Porém, segundo a instituição, o atraso não comprometerá as atividades acadêmicas previstas para este ano letivo.
Em nota, a PUC-SP diz que as aulas do primeiro semestre "vão de 2 de março a 8 de julho (106 dias letivos), o que supera o mínimo de 100 dias exigido pelo Ministério da Educação."
De acordo com a universidade, o adiamento ocorreu em razão dos ajustes que a universidade vem fazendo para acabar com um déficit mensal de R$ 4 milhões.
Como parte do ajuste, já foram demitidos 268 funcionários, entre administrativos e docentes. A universidade afirma que este processo deve ser concluído "nos próximos dias".
O campus Monte Alegre é o que possui maior número de funcionários e professores. Nos outros campi --Marquês de Paranaguá, Sorocaba e Santana--, o calendário não sofreu modificações.
Parcelamento
O fim do déficit mensal é uma exigência dos bancos Bradesco e ABN Amro, com os quais a universidade possui uma dívida de R$ 82 milhões.
Devido à crise, os salários estão sendo pagos com atraso. No começo deste mês, ao falar para o Conselho Universitário (principal órgão da instituição), a reitora Maura Véras disse que "a situação da PUC ainda é grave, mas está sob absoluto controle".
Sobre os cortes, ela disse que "foram decisões conjuntas, respeitando o caráter democrático da universidade, ouvindo todas as instâncias representativas, sem comprometer nossa excelência".
Com Folha de S.Paulo
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a PUC
PUC diz que adiamento das aulas não trará prejuízo a alunos
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da Folha OnlineAs aulas que deveriam ter começado segunda-feira (13) no campus Monte Alegre da PUC-SP, o principal da instituição, foram adiadas para o dia 2 de março, devido à crise financeira pela qual a universidade passa. Porém, segundo a instituição, o atraso não comprometerá as atividades acadêmicas previstas para este ano letivo.
Em nota, a PUC-SP diz que as aulas do primeiro semestre "vão de 2 de março a 8 de julho (106 dias letivos), o que supera o mínimo de 100 dias exigido pelo Ministério da Educação."
De acordo com a universidade, o adiamento ocorreu em razão dos ajustes que a universidade vem fazendo para acabar com um déficit mensal de R$ 4 milhões.
Como parte do ajuste, já foram demitidos 268 funcionários, entre administrativos e docentes. A universidade afirma que este processo deve ser concluído "nos próximos dias".
O campus Monte Alegre é o que possui maior número de funcionários e professores. Nos outros campi --Marquês de Paranaguá, Sorocaba e Santana--, o calendário não sofreu modificações.
Parcelamento
O fim do déficit mensal é uma exigência dos bancos Bradesco e ABN Amro, com os quais a universidade possui uma dívida de R$ 82 milhões.
Devido à crise, os salários estão sendo pagos com atraso. No começo deste mês, ao falar para o Conselho Universitário (principal órgão da instituição), a reitora Maura Véras disse que "a situação da PUC ainda é grave, mas está sob absoluto controle".
Sobre os cortes, ela disse que "foram decisões conjuntas, respeitando o caráter democrático da universidade, ouvindo todas as instâncias representativas, sem comprometer nossa excelência".
Com Folha de S.Paulo
Especial

