01/03/2006
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10h05
Quando a reitora Maura Véras assumiu a PUC, em novembro de 2004, a dívida de curto prazo era de R$ 67 milhões, em 14 bancos. Em agosto do ano passado, a universidade conseguiu concentrá-la no Bradesco e ABN Amro, com juros menores. Mas os bancos impuseram o fim do déficit mensal de R$ 4,3 milhões.
Cada departamento definiu como economizar e as demissões. O corte chegou a R$ 2,1 milhões. Os bancos rejeitaram o valor. Mais negociações internas e atingiu-se R$ 3,1 milhões (72% da meta). Nova rejeição.
Dom Cláudio Hummes, então, decidiu alterar a formação da secretaria-executiva da Fundação São Paulo, mantenedora da PUC, deixando Véras como voto vencido.
Foi dessa forma que a fundação fez o corte final: 211 professores e 114 funcionários. Até agora, houve a reversão de 25 demissões de docentes.
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Reitora atingiu 72% da meta de corte fixada por bancos
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da Folha de S.PauloQuando a reitora Maura Véras assumiu a PUC, em novembro de 2004, a dívida de curto prazo era de R$ 67 milhões, em 14 bancos. Em agosto do ano passado, a universidade conseguiu concentrá-la no Bradesco e ABN Amro, com juros menores. Mas os bancos impuseram o fim do déficit mensal de R$ 4,3 milhões.
Cada departamento definiu como economizar e as demissões. O corte chegou a R$ 2,1 milhões. Os bancos rejeitaram o valor. Mais negociações internas e atingiu-se R$ 3,1 milhões (72% da meta). Nova rejeição.
Dom Cláudio Hummes, então, decidiu alterar a formação da secretaria-executiva da Fundação São Paulo, mantenedora da PUC, deixando Véras como voto vencido.
Foi dessa forma que a fundação fez o corte final: 211 professores e 114 funcionários. Até agora, houve a reversão de 25 demissões de docentes.
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