21/03/2006
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15h27
A juíza Rosana de Almeida Buono Russo, titular da 41ª Vara do Trabalho de São Paulo, determinou que a Fundação São Paulo, mantenedora da PUC, reintegre dez professores dispensados. A universidade, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que foi oficialmente comunicada da decisão nesta terça-feira e que vai recorrer.
Os professores reclamavam que a PUC não teria respeitado um acordo firmado com a Apropuc (Associação de Professores da PUC-SP) e que foram demitidos durante período de estabilidade.
A juíza também estabeleceu multa diária de R$ 200, para cada reclamante, em caso de descumprimento da decisão.
Crise
A crise na PUC se agravou no ano passado. A universidade tem um déficit mensal de R$ 4,3 milhões e uma dívida de R$ 82 milhões com bancos. Para cumprir exigências dos credores, a PUC começou a cortar gastos, demitindo professores.
A primeira lista, elaborada pela reitoria, teve 211 nomes, mas não foi suficiente para eliminar o déficit mensal. Pouco tempo depois, os representantes da igreja na fundação São Paulo fizeram outra lista, na qual pretendiam cortar outros 261 nomes. A reitoria conseguiu reverter apenas 25 demissões. O total de professores dispensados chegou a 447 --30% do total de docentes.
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da Folha OnlineA juíza Rosana de Almeida Buono Russo, titular da 41ª Vara do Trabalho de São Paulo, determinou que a Fundação São Paulo, mantenedora da PUC, reintegre dez professores dispensados. A universidade, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que foi oficialmente comunicada da decisão nesta terça-feira e que vai recorrer.
Os professores reclamavam que a PUC não teria respeitado um acordo firmado com a Apropuc (Associação de Professores da PUC-SP) e que foram demitidos durante período de estabilidade.
A juíza também estabeleceu multa diária de R$ 200, para cada reclamante, em caso de descumprimento da decisão.
Crise
A crise na PUC se agravou no ano passado. A universidade tem um déficit mensal de R$ 4,3 milhões e uma dívida de R$ 82 milhões com bancos. Para cumprir exigências dos credores, a PUC começou a cortar gastos, demitindo professores.
A primeira lista, elaborada pela reitoria, teve 211 nomes, mas não foi suficiente para eliminar o déficit mensal. Pouco tempo depois, os representantes da igreja na fundação São Paulo fizeram outra lista, na qual pretendiam cortar outros 261 nomes. A reitoria conseguiu reverter apenas 25 demissões. O total de professores dispensados chegou a 447 --30% do total de docentes.
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