22/08/2006
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10h45
Muitos estudantes farão o Enem no próximo domingo confiantes em ganhar pontos preciosos na hora do vestibular. Para Letícia Nunes de Oliveira, 18, que tenta uma vaga em medicina veterinária, quem não faz o exame fica em desvantagem. "Acho que vai me favorecer na hora de fazer as contas [para a aprovação] em um vestibular concorrido."
Já sua colega de classe Anna Maria dos Santos, 18, candidata de medicina que no ano passado ganhou um ponto extra na Fuvest, diz que já ouviu que o exame não ajuda tanto, mas que vale a pena tentar.
Segundo o coordenador dos simulados do Enem no sistema Anglo, Sezar Sasson, o exame aumenta a nota de modo geral e beneficia os melhores preparados "na vida".
Já para o diretor do Etapa, Carlos Eduardo Bindi, o exame tem um problema de assimetria. "A nota não ajuda à medida que beneficia todo mundo. Mas quem não dá esse passo fica para trás."
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Colaboração para a Folha de S.PauloMuitos estudantes farão o Enem no próximo domingo confiantes em ganhar pontos preciosos na hora do vestibular. Para Letícia Nunes de Oliveira, 18, que tenta uma vaga em medicina veterinária, quem não faz o exame fica em desvantagem. "Acho que vai me favorecer na hora de fazer as contas [para a aprovação] em um vestibular concorrido."
Já sua colega de classe Anna Maria dos Santos, 18, candidata de medicina que no ano passado ganhou um ponto extra na Fuvest, diz que já ouviu que o exame não ajuda tanto, mas que vale a pena tentar.
Segundo o coordenador dos simulados do Enem no sistema Anglo, Sezar Sasson, o exame aumenta a nota de modo geral e beneficia os melhores preparados "na vida".
Já para o diretor do Etapa, Carlos Eduardo Bindi, o exame tem um problema de assimetria. "A nota não ajuda à medida que beneficia todo mundo. Mas quem não dá esse passo fica para trás."
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