26/11/2006
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20h30
da Folha Online
Coordenadores dos principais cursos do país ouvidos pela Folha Online não consideraram a primeira fase do vestibular da Fuvest mais difícil que a anterior, apesar das novidades introduzidas neste ano, como as nove questões interdisciplinares. Os especialistas concordaram as perguntas podiam ser resolvidas mobilizando o conhecimento de somente uma disciplina.
A prova também contrariou a expectativa de que as 90 questões (dez a menos que o vestibular anterior) fossem embaralhar a ordem das disciplinas. O teste abriu com nove questões interdisciplinares e depois seguiu com a tradicional divisão da bateria de perguntas em blocos disciplinares. No caderno "V", por exemplo, a ordem foi física, química, matemática, história, geografia, português, inglês e biologia. "Por que deixar o aluno angustiado?", questionou o coordenador de física do Objetivo, Eduardo Figueiredo, que apoiou, no entanto, a manutenção do formato tradicional do exame.
"As questões da Fuvest já eram um pouco interdisciplinares. E os alunos já estavam preparados, porque todas as questões do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] já têm essa característica", afirmou o coordenador geral do Anglo, Nicolau Marmo, que considerou a prova "muito boa".
O diretor do curso Etapa, Carlos Eduardo Bindi, arriscou predizer que as notas de corte, desta vez, devem ficar igual ou até mesmo maiores na comparação com o vestibular do ano passado. "Foi uma prova que surpreendeu muita gente porque não trouxe surpresas. Em muitos casos, foi até mais fácil que a do ano anterior", afirmou.
Ele identificou uma predominância de questões de biologia no bloco das perguntas interdisciplinares, com apenas uma questão das demais disciplinas.
Professores também não consideraram o nível das provas mais complicado que o do ano anterior. Em matemática e física, os especialistas ouvidos consideraram a prova "tranqüila" para alunos de nível médio.
"Foram questões tradicionais. Noto apenas que não caiu nenhuma de trigonometria ou de geometria analítica, o que pode indicar que devem cair na segunda fase", afirmou o coordenador da área de matemática do Colégio Objetivo, Giuseppe Nobilioni.
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Apesar de mudanças, professores não consideram Fuvest 2007 mais difícil
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Coordenadores dos principais cursos do país ouvidos pela Folha Online não consideraram a primeira fase do vestibular da Fuvest mais difícil que a anterior, apesar das novidades introduzidas neste ano, como as nove questões interdisciplinares. Os especialistas concordaram as perguntas podiam ser resolvidas mobilizando o conhecimento de somente uma disciplina.
A prova também contrariou a expectativa de que as 90 questões (dez a menos que o vestibular anterior) fossem embaralhar a ordem das disciplinas. O teste abriu com nove questões interdisciplinares e depois seguiu com a tradicional divisão da bateria de perguntas em blocos disciplinares. No caderno "V", por exemplo, a ordem foi física, química, matemática, história, geografia, português, inglês e biologia. "Por que deixar o aluno angustiado?", questionou o coordenador de física do Objetivo, Eduardo Figueiredo, que apoiou, no entanto, a manutenção do formato tradicional do exame.
"As questões da Fuvest já eram um pouco interdisciplinares. E os alunos já estavam preparados, porque todas as questões do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] já têm essa característica", afirmou o coordenador geral do Anglo, Nicolau Marmo, que considerou a prova "muito boa".
O diretor do curso Etapa, Carlos Eduardo Bindi, arriscou predizer que as notas de corte, desta vez, devem ficar igual ou até mesmo maiores na comparação com o vestibular do ano passado. "Foi uma prova que surpreendeu muita gente porque não trouxe surpresas. Em muitos casos, foi até mais fácil que a do ano anterior", afirmou.
Ele identificou uma predominância de questões de biologia no bloco das perguntas interdisciplinares, com apenas uma questão das demais disciplinas.
Professores também não consideraram o nível das provas mais complicado que o do ano anterior. Em matemática e física, os especialistas ouvidos consideraram a prova "tranqüila" para alunos de nível médio.
"Foram questões tradicionais. Noto apenas que não caiu nenhuma de trigonometria ou de geometria analítica, o que pode indicar que devem cair na segunda fase", afirmou o coordenador da área de matemática do Colégio Objetivo, Giuseppe Nobilioni.
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