16/05/2007
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12h26
Colaboração para a Folha Online
Funcionários da USP (Universidade de São Paulo) entraram em greve nesta quarta-feira. Para a direção do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), o movimento tem a adesão de 60% dos aproximadamente 15 mil trabalhadores. A estimativa tem como base os informes recebidos das unidades desde o último dia 10, quando a greve foi aprovada em assembléia.
Os trabalhadores realizam uma assembléia para discutir os rumos do movimento e a participação no ato público do próximo dia 17, com funcionários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O diretor do Sintusp Aníbal Cavali diz que os grevistas reivindicam a contratação de professores, o reajuste salarial e a manutenção dos prédios. O movimento também repudia o processo de terceirização na universidade. "Todos as reivindicações esbarram nos decretos de Serra", afirma Cavali.
O diretor se refere a decretos do governador José Serra (PSDB), publicados no início do ano e que, entre outros assuntos, criam a Secretaria de Ensino Superior e colocam as universidades em um novo sistema de gerenciamento de recursos.
Alunos da USP, que ocupam a reitoria há 13 dias, farão uma assembléia-geral às 18h desta quarta, no prédio da Faculdade de História, para decidir se entram em greve.
Segundo a Adusp (Associação dos Docentes da USP), os professores farão no próximo dia 23 uma paralisação e uma assembléia para discutir a adesão à greve.
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VERIDIANA SEDEHColaboração para a Folha Online
Funcionários da USP (Universidade de São Paulo) entraram em greve nesta quarta-feira. Para a direção do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), o movimento tem a adesão de 60% dos aproximadamente 15 mil trabalhadores. A estimativa tem como base os informes recebidos das unidades desde o último dia 10, quando a greve foi aprovada em assembléia.
Os trabalhadores realizam uma assembléia para discutir os rumos do movimento e a participação no ato público do próximo dia 17, com funcionários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O diretor do Sintusp Aníbal Cavali diz que os grevistas reivindicam a contratação de professores, o reajuste salarial e a manutenção dos prédios. O movimento também repudia o processo de terceirização na universidade. "Todos as reivindicações esbarram nos decretos de Serra", afirma Cavali.
O diretor se refere a decretos do governador José Serra (PSDB), publicados no início do ano e que, entre outros assuntos, criam a Secretaria de Ensino Superior e colocam as universidades em um novo sistema de gerenciamento de recursos.
Alunos da USP, que ocupam a reitoria há 13 dias, farão uma assembléia-geral às 18h desta quarta, no prédio da Faculdade de História, para decidir se entram em greve.
Segundo a Adusp (Associação dos Docentes da USP), os professores farão no próximo dia 23 uma paralisação e uma assembléia para discutir a adesão à greve.
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