Na USP, apenas 5 unidades estão sem aula
AIURI REBELLO
colaboração para a Folha de S.Paulo
A adesão à greve na USP deixou sem aulas de graduação os cursos no Instituto de Física, na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), na Educação, na ECA (comunicação e artes) e no Instituto de Ciências Biomédicas.
Algumas unidades, no entanto, mantiveram suas atividades. IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas), Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Instituto Oceanográfico, Matemática e Estatística, Geociências, Poli, FEA (economia e administração), Veterinária, Odontologia, Química, Educação Física e Medicina também funcionaram normalmente.
Na FAU (arquitetura), no Instituto de Psicologia e no de Biociências, a paralisação foi parcial. Na Faculdade de Direito, os alunos decidem hoje se aderem ou não à greve.
Em todas as unidades, pós-graduação, atendimento ao público e atividades extracurriculares estão normais. De acordo com a assessoria da reitoria, das 24 unidades, 16 têm funcionamento parcial e oito, normal.
Segundo o diretor do campus da USP na zona leste, Dante De Rose Jr., dos dez cursos oferecidos lá, apenas o de marketing não aderiu à greve.
Unicamp
Depois da greve parcial dos alunos, iniciada no dia 16, e da paralisação dos docentes, que completou dois dias, ontem foi a vez dos funcionários da Unicamp cruzarem os braços.
Além de reajuste salarial, o movimento também pede a revogação de decretos do governo estadual que, segundo sindicatos e alunos, ferem a autonomia das universidades.
O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, informou que cerca de 15% dos funcionários e professores haviam aderido à greve.
Na Unesp, a adesão à greve dos professores e servidores foi parcial. Segundo sindicatos, os docentes decidiram paralisar atividades nas unidades de Araraquara, Assis, Bauru, Ilha Solteira e Marília.
Colaboraram FÁBIO AMATO e FELIPE BÄCHTOLD, da Agência Folha
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