Educação
21/06/2008 - 18h03

Universidades já incluem telemedicina no currículo

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Colaboração para a Folha de S.Paulo

Usando os recursos das telecomunições e da internet, os profissionais das equipes de saúde da família do Ministério da Saúde têm educação continuada, esclarecem dúvidas e pedem segunda opinião sobre os pacientes a especialistas de outras cidades em tempo real.

Segundo Chao Lung Wen, da FMUSP, o ministério implantou um projeto de telessaúde que já beneficia nove Estados brasileiros. Cada um tem um núcleo, que faz conexão com cem unidades básicas de saúde.

Wen conta que começou a trabalhar com telemedicina como autodidata. Hoje, porém, a USP treina seus residentes e tem pós-graduação na área.

A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) criou a disciplina de telessaúde numa pós em pediatria. Outras universidades públicas também já adotaram o tema em seus cursos: UEA e Ufam (Amazonas), UFPE (Pernambuco), UFRGS (Rio Grande do Sul), UFSC (Santa Catarina) e UFRJ (Rio de Janeiro), informa Wen.

 

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