Ciência avança em diagnóstico e conhecimento de células-tronco
Colaboração para a Folha de S.Paulo
Assunto badalado, a genética tem farto mercado de trabalho tanto na pesquisa em universidades ou empresas como em hospitais (diagnóstico) e em laboratórios de análise. As indústrias alimentícia e farmacêutica também são promissoras.
"A genética tem avançado muito em diagnóstico", avalia Walter Pinto Jr., professor titular de genética da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). "Com o DNA [código das células], conseguimos fazer diagnósticos específicos que antes não eram possíveis."
Com isso, impede-se o desenvolvimento de doenças. "Quando uma doença genética aparece em uma pessoa, o geneticista pode prevenir o problema em seus familiares", diz.
Diferentemente do profissional dos primórdios, que era somente pesquisador, mas não sabia nem quantos cromossomos existiam, o geneticista de hoje precisa conhecer uma vastidão de genes, estudo cujo fruto mais atual são as pesquisas com células-tronco.
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