Professor que faltar em excesso perderá o direito ao bônus por desempenho
da Folha de S.Paulo
O governo de São Paulo decidiu que o professor que tiver faltas excessivas não vai receber o bônus por desempenho, gratificação a ser paga pela primeira vez neste ano.
Após meses de negociação no Executivo, o benefício chegou ao formato final, disse ontem a secretária de Educação, Maria Helena Guimarães.
O bônus aos servidores será pago com base no desempenho de suas escolas no Idesp, índice criado pela atual gestão que alia taxas de reprovação ao desempenho dos alunos no Saresp (exame estadual).
Cada unidade tem uma meta de melhora anual. Se atingida, todos os profissionais da escola ganham o valor máximo do bônus. As exceções serão os educadores que ultrapassarem um patamar de faltas sem justificativa, estipulado pela secretaria. Estes não receberão nada.
"Quisemos valorizar o comprometimento do professor com a escola", disse a secretária Maria Helena.
O valor máximo do bônus por desempenho poderia chegar a três salários adicionais, mas o governo reanalisa a quantia, devido ao impacto da lei do piso salarial.
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