Assembleia de SP proíbe venda de coxinhas, doces e refrigerantes em cantinas escolares
colaboração para a Folha Online
A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na última quarta-feira (15) uma lei que proíbe as cantinas em escolas públicas e particulares de vender alimentos com gordura trans, considerada prejudicial à saúde. O objetivo é banir combinações como coxinhas e refrigerantes, informa reportagem de Adriana Ferraz, publicada no Agora nesta sexta-feira. O texto aguarda sanção do governador José Serra (PSDB).
Segundo a reportagem, o texto da deputada Patrícia Lima (PR) propõe uma alteração radical no cardápio: saem salgados fritos e até assados e entram, pelo menos, duas opções de fruta por dia, além de água de coco, queijos magros e iogurtes, por exemplo.
O risco da obesidade, diabetes e hipertensão entre crianças e adolescentes justifica o projeto, segundo defesa apresentada pela deputada.
Apesar de elogiado, o projeto deve enfrentar resistência. "A medida é eleitoreira e não adianta. Na saída da escola, as barracas vão continuar vendendo pastel", diz o presidente do Sieesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo), Benjamin Ribeiro da Silva.
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Pode ser castrante, mas necessária e oportuna a medida. Talvez careça de algum aperfeiçoamento, mas algo tinha de ser feito. E para eleitoreira ela não serve, pois até antipática é.
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