16/06/2001
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13h15
da Folha Online, em Vinhedo (SP)
A representante de laboratório Beatriz Sachetto, 37, e a professora Cristina Ranieri vieram de Ouro Fino, em Minas Gerais, para passar o dia com os filhos no Hopi Hari, mas não sabiam que hoje o parque receberia o público GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) para o Gay Day.
Segundo elas, seus filhos, que têm entre 6 e 10 anos, começaram a questionar sobre o público GLBT. "Eu acho normal, mas o difícil está sendo explicar o que está acontecendo aos meus filhos", disse Beatriz. Cristina foi mais contundente. "Se eu soubesse não teria vindo."
A drag queen Mikaella, 21, disse que várias crianças já a abordaram querendo tirar fotos com ela. "As crianças ficam encantadas, pois pensam que sou uma boneca grande", disse.
Mikaella achou positiva a atitude do parque de permitir a realização do Gay Day. Segundo ela é um modo de eles mostrarem como vivem. Em relação ao depoimento de Cristina e de Beatriz ela disse que estão no parque sem marginalização. "Você viu alguém pelado por aqui? Isso é muito mais saudável do que aquele bando de mulheres nuas que vemos todos os dias na televisão. Além do mais, ninguém tem obrigação de ficar aqui", afirmou.
O público presente no Hopi Hari está bastante animado. Há vários casais gays andando pelo parque com as mãos dadas, a maioria está vestida com camisetas coloridas com as cores do arco-íris, símbolo do movimento.
Leia mais notícias sobre a Parada Gay
Mães reagem à presença de gays no Hopi Hari
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GABRIELLA ESPERda Folha Online, em Vinhedo (SP)
A representante de laboratório Beatriz Sachetto, 37, e a professora Cristina Ranieri vieram de Ouro Fino, em Minas Gerais, para passar o dia com os filhos no Hopi Hari, mas não sabiam que hoje o parque receberia o público GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) para o Gay Day.
Segundo elas, seus filhos, que têm entre 6 e 10 anos, começaram a questionar sobre o público GLBT. "Eu acho normal, mas o difícil está sendo explicar o que está acontecendo aos meus filhos", disse Beatriz. Cristina foi mais contundente. "Se eu soubesse não teria vindo."
A drag queen Mikaella, 21, disse que várias crianças já a abordaram querendo tirar fotos com ela. "As crianças ficam encantadas, pois pensam que sou uma boneca grande", disse.
Mikaella achou positiva a atitude do parque de permitir a realização do Gay Day. Segundo ela é um modo de eles mostrarem como vivem. Em relação ao depoimento de Cristina e de Beatriz ela disse que estão no parque sem marginalização. "Você viu alguém pelado por aqui? Isso é muito mais saudável do que aquele bando de mulheres nuas que vemos todos os dias na televisão. Além do mais, ninguém tem obrigação de ficar aqui", afirmou.
O público presente no Hopi Hari está bastante animado. Há vários casais gays andando pelo parque com as mãos dadas, a maioria está vestida com camisetas coloridas com as cores do arco-íris, símbolo do movimento.
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