12/09/2002
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08h24
Os anticoncepcionais hormonais de uso contínuo prometem cessar o sangramento menstrual. Porém em cerca de 30% a 40% das mulheres ou a menstruação continua em menor quantidade, ou ocorrem sangramentos irregulares, dependendo do tipo utilizado. Os dados são da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
No caso do implante subcutâneo, 60% das usuárias apresentam amenorréia (suspensão da menstruação) após três meses de uso. Os 40% restantes podem passar a sangrar menos, e algumas menstruam irregularmente, o que pode levar as usuárias a pensarem que o medicamento não está fazendo efeito como contraceptivo. Mas, dizem os médicos, é uma reação individual que não compromete a eficácia. Com o DIU de progesterona, cerca de 70% das mulheres apresentam amenorréia após seis meses de uso, e 30% delas menstruam muito pouco.
Enquanto não surgem estudos conclusivos correlacionando esses medicamentos com a melhoria dos desconfortos do ciclo, a Febrasgo decidiu por uma posição oficial. "A supressão da menstruação só deve ser feita se houver indicação médica precisa", diz o presidente da entidade, Edmundo Baracati. Entre elas estão o tratamento da endometriose e de miomas.
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da Folha de S.PauloOs anticoncepcionais hormonais de uso contínuo prometem cessar o sangramento menstrual. Porém em cerca de 30% a 40% das mulheres ou a menstruação continua em menor quantidade, ou ocorrem sangramentos irregulares, dependendo do tipo utilizado. Os dados são da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
No caso do implante subcutâneo, 60% das usuárias apresentam amenorréia (suspensão da menstruação) após três meses de uso. Os 40% restantes podem passar a sangrar menos, e algumas menstruam irregularmente, o que pode levar as usuárias a pensarem que o medicamento não está fazendo efeito como contraceptivo. Mas, dizem os médicos, é uma reação individual que não compromete a eficácia. Com o DIU de progesterona, cerca de 70% das mulheres apresentam amenorréia após seis meses de uso, e 30% delas menstruam muito pouco.
Enquanto não surgem estudos conclusivos correlacionando esses medicamentos com a melhoria dos desconfortos do ciclo, a Febrasgo decidiu por uma posição oficial. "A supressão da menstruação só deve ser feita se houver indicação médica precisa", diz o presidente da entidade, Edmundo Baracati. Entre elas estão o tratamento da endometriose e de miomas.
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