29/10/2002
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18h46
O Salão do Chocolate de Paris, cuja oitava edição será realizada de 31 de outubro a 3 de novembro, celebra este ano o quinto centenário da descoberta do cacau por Cristóvão Colombo, através de conferências, exposições, danças e demonstrações culinárias.
Para celebrar o aniversário, o Salão do Chocolate e o Clube de Comedores de Chocolate criaram uma associação, a Cacau 500", cujo objetivo é comemorar a descoberta desta delícia que os astecas chamavam de "cacahualt".
Alimento milenar dos povos da América Central, o cacau foi descoberto por Cristóvão Colombo em sua quarta viagem, em 1502, quando explorou a costa da Nicarágua.
Mas foi Hernán Cortês quem enviou, anos mais tarde, a Carlos 5ª o primeiro carregamento que chegou à Espanha. O imperador apreciou seu sabor e organizou um monopólio estatal para seu comércio.
Um século mais tarde, em 1615, Ana da Áustria, infanta da Espanha, casou-se com Luis 13 e, enquanto rainha da França, compartilhou com a corte francesa seu gosto pelo chocolate.
Manjar dos nobres europeus até o fim do século 18, o chocolate se democratizou no século 19 e virou quase um vício a partir de então.
Salão do Chocolate de Paris celebra 500 anos do cacau
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da France Presse, em ParisO Salão do Chocolate de Paris, cuja oitava edição será realizada de 31 de outubro a 3 de novembro, celebra este ano o quinto centenário da descoberta do cacau por Cristóvão Colombo, através de conferências, exposições, danças e demonstrações culinárias.
Para celebrar o aniversário, o Salão do Chocolate e o Clube de Comedores de Chocolate criaram uma associação, a Cacau 500", cujo objetivo é comemorar a descoberta desta delícia que os astecas chamavam de "cacahualt".
Alimento milenar dos povos da América Central, o cacau foi descoberto por Cristóvão Colombo em sua quarta viagem, em 1502, quando explorou a costa da Nicarágua.
Mas foi Hernán Cortês quem enviou, anos mais tarde, a Carlos 5ª o primeiro carregamento que chegou à Espanha. O imperador apreciou seu sabor e organizou um monopólio estatal para seu comércio.
Um século mais tarde, em 1615, Ana da Áustria, infanta da Espanha, casou-se com Luis 13 e, enquanto rainha da França, compartilhou com a corte francesa seu gosto pelo chocolate.
Manjar dos nobres europeus até o fim do século 18, o chocolate se democratizou no século 19 e virou quase um vício a partir de então.

