04/11/2002
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12h54
Enquanto o governo de George W. Bush incentiva a abstinência sexual, um estudo feito pela SexSmarts -uma parceria entre a Fundação Kaiser Family e a revista "Seventeen"- com 505 jovens americanos de 15 a 17 anos revela uma realidade longe da castidade proposta pelo presidente dos EUA.
De acordo com a percepção dos adolescentes, o sexo oral e as relações sexuais que envolvem penetração são quase tão comuns em relacionamentos casuais quanto em namoros sérios.
O levantamento registrou que 27% dos entrevistados relataram que o namoro "quase sempre" ou "na maior parte das vezes" envolve sexo com penetração. Para 24% deles, essa forma de sexo faz parte de um relacionamento descompromissado, as famosas "ficadas".
Embora 26% dos adolescentes entrevistados tenham dito que o sexo oral integra um relacionamento mais sério, 23% afirmaram que essa prática sexual é típica das "ficadas".
A pesquisa mostrou também que a decisão de fazer sexo não se baseia apenas em conhecer e confiar no parceiro. Mais de dois terços dos jovens disseram que o álcool e as drogas influem na decisão.
Com agências internacionais
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da Folha de S.PauloEnquanto o governo de George W. Bush incentiva a abstinência sexual, um estudo feito pela SexSmarts -uma parceria entre a Fundação Kaiser Family e a revista "Seventeen"- com 505 jovens americanos de 15 a 17 anos revela uma realidade longe da castidade proposta pelo presidente dos EUA.
De acordo com a percepção dos adolescentes, o sexo oral e as relações sexuais que envolvem penetração são quase tão comuns em relacionamentos casuais quanto em namoros sérios.
O levantamento registrou que 27% dos entrevistados relataram que o namoro "quase sempre" ou "na maior parte das vezes" envolve sexo com penetração. Para 24% deles, essa forma de sexo faz parte de um relacionamento descompromissado, as famosas "ficadas".
Embora 26% dos adolescentes entrevistados tenham dito que o sexo oral integra um relacionamento mais sério, 23% afirmaram que essa prática sexual é típica das "ficadas".
A pesquisa mostrou também que a decisão de fazer sexo não se baseia apenas em conhecer e confiar no parceiro. Mais de dois terços dos jovens disseram que o álcool e as drogas influem na decisão.
Com agências internacionais
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