13/02/2003
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07h45
Identifica a razão psicológica que leva a pessoa a comer mal e em excesso e ataca essa causa.
Promove a reeducação alimentar, que inclui mastigação correta e substituição de alimentos calóricos e/ou pouco saudáveis pelos menos calóricos e mais saudáveis.
Ajuda a pessoa a identificar o que é fome e o que é impulso. Como comida não é droga -nem lícita nem ilícita-, está sempre à mão e é prazerosa, acaba se tornando algo prático para compensar perdas, aliviar tristeza e ansiedade e controlar raiva, por exemplo.
Ajuda a pessoa a distinguir o comer por impulso da compulsão. Há comedores compulsivos que, após um dia todo se alimentando de maneira frugal, ingerem uma quantidade exagerada de comida, em geral em menos de duas horas. Sentem-se tomados por uma sensação de falta de controle e, ao final, por uma grande culpa.
Estimula a pessoa a comer devagar para sentir saciedade. O cérebro leva cerca de 20 minutos para "entender" que o estômago está cheio. Funciona muito bem segurar a vontade de comer aquele pedaço a mais. Em pouco tempo, você vai olhar para ele e pensar "como eu pude querer comer mais?". É mais ou menos como aquela grande paixão que você teve um dia - todo mundo tem, às vezes, até mais de uma - e, passado o turbilhão, você reencontra e pensa "como eu pude?". Um pouco de autocontrole pode poupá-lo de arrependimentos.
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