11/07/2004
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09h00
Uma pesquisa patrocinada por um laboratório farmacêutico produtor de drogas contra a incontinência apontou uma prevalência de 15,7% do problema em 1.042 mulheres com mais de 15 anos.
O estudo, feito pela Universidade Federal de São Paulo em Vassouras (RJ), mostrou claramente que o problema aumenta com a idade --a prevalência foi de 6,1% aos 15 anos, 26,6% aos 60 e 46,2% nas mulheres com mais de 80. A bexiga hiperativa foi a incontinência mais freqüente.
Da mulheres, 25% consideraram os episódios de incontinência "normais". A aposentada Daisy Porto, 58, que não participou da pesquisa, também diz conviver com o problema --e já foi obrigada a fazer xixi na rua.
"Todo mundo sabe. Quando entro em casa, sou prioridade no banheiro." Porto recebeu recomendação de fisioterapia, mas seu plano de saúde não cobre.
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da Folha de S.PauloUma pesquisa patrocinada por um laboratório farmacêutico produtor de drogas contra a incontinência apontou uma prevalência de 15,7% do problema em 1.042 mulheres com mais de 15 anos.
O estudo, feito pela Universidade Federal de São Paulo em Vassouras (RJ), mostrou claramente que o problema aumenta com a idade --a prevalência foi de 6,1% aos 15 anos, 26,6% aos 60 e 46,2% nas mulheres com mais de 80. A bexiga hiperativa foi a incontinência mais freqüente.
Da mulheres, 25% consideraram os episódios de incontinência "normais". A aposentada Daisy Porto, 58, que não participou da pesquisa, também diz conviver com o problema --e já foi obrigada a fazer xixi na rua.
"Todo mundo sabe. Quando entro em casa, sou prioridade no banheiro." Porto recebeu recomendação de fisioterapia, mas seu plano de saúde não cobre.
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