Distúrbios do sono pioram prognóstico pós-derrame
da Folha de S.Paulo
Um estudo realizado na Universidade de Rochester (EUA) indica que as vítimas de derrame que apresentavam distúrbios do sono (como apneia) têm pior prognóstico depois do evento.
A apneia é marcada por breves interrupções da respiração durante o sono, causando ronco e aumentando os riscos de problemas cardiovasculares.
Foram avaliados 174 pacientes que sofreram derrame entre junho de 2007 e março de 2008. Os sete que tinham diagnóstico prévio de apneia apresentavam maior risco de morte no primeiro mês pós-derrame.
Pessoas que tinham o problema respiratório possuíam ainda, de forma geral, maior incapacidade na hora da alta hospitalar.
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