Uso de creme anti-idade em SP é o dobro do registrado no Rio
MARY PERSIA
Editora do Equilíbrio da Folha Online
Em termos percentuais, as paulistanas consomem duas vezes mais cremes antienvelhecimento do que as cariocas. É o que revela uma pesquisa do projeto DermaBrasil, apresentada hoje em São Paulo.
Em São Paulo, 15,1% dos entrevistados (a maioria mulheres) afirmaram fazer uso de produtos antissinais. No Rio de Janeiro, o percentual foi de 7,8%.
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"Os cremes anti-idade sofrem uma resistência crônica, histórica e cultural no Rio, devido ao culto de exposição do corpo ao sol. Muitas vezes as mulheres preferem permanecer com rugas e manchas a prescindir do sol", avalia Omar Lupi, presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). "Em São Paulo, um tratamento é mais fácil. No Rio, a praia está no quintal", completa Lupi.
Em todo o Brasil, 14% das pessoas que responderam à pesquisa afirmaram fazer uso de algum tipo de produto antienvelhecimento para a pele. A campeã foi a região Centro-Oeste, com citação de 20% dos entrevistados, incluindo respostas espontâneas e estimuladas.
O projeto, parceria da SBD com a TheraSkin, ouviu 1.500 pessoas de 18 a 55 anos em 11 cidades (nove capitais), das classes A, B e C.
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