28/02/2002
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08h39
Todo mundo perde cabelo. Fios caem, outros nascem, numa renovação constante. Normalmente, por dia, a pessoa pode perder cerca de 100 fios de cabelo. Mas pode haver uma mudança de ritmo no desenvolvimento da cabeleira e a queda ser acentuada.
As causas principais desse tipo de distúrbio, batizado de eflúvio telógeno, são dietas drásticas, anemia, estresse, doenças da tireóide e determinados problemas hormonais. Para combater a queda, nem medicamento nem creme específico para o cabelo. A causa é que será atacada. "Se a pessoa apresenta queda por estar anêmica, deve combater a anemia", diz a dermatologista Ediléia Bagatin, da Universidade Federal de São Paulo.
A queda capilar também pode ser decorrente do efeito colateral de um medicamento. Nesse caso, a situação se normaliza quando o paciente pára o tratamento. "A não ser em casos mais sérios, de quimioterapia, por exemplo, em que a queda atinge um nível muito alto e quase irreversível", explica a dermatologista Denise Steiner.
Distúrbios imunológicos também levam à perda de cabelo, como a chamada alopecia areata, que se caracteriza pela perda de fios em tufos e até mesmo por queda dos pêlos das sobrancelhas e dos cílios. "Esse tipo de patologia requer um tratamento mais longo e complexo", explica Bagatin.
Fatores mais simples, como a tração e a pressão extenuante dos fios, causadas pelo uso frequente de rabo-de-cavalo, tranças ou bonés, por exemplo, podem levar à queda capilar. Nesse caso, basta diminuir a agressão aos fios, chamada pelos especialistas de trauma mecânico, e as madeixas vão parar de cair.
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Nem toda queda de cabelo anuncia calvície
da Folha de S.PauloTodo mundo perde cabelo. Fios caem, outros nascem, numa renovação constante. Normalmente, por dia, a pessoa pode perder cerca de 100 fios de cabelo. Mas pode haver uma mudança de ritmo no desenvolvimento da cabeleira e a queda ser acentuada.
As causas principais desse tipo de distúrbio, batizado de eflúvio telógeno, são dietas drásticas, anemia, estresse, doenças da tireóide e determinados problemas hormonais. Para combater a queda, nem medicamento nem creme específico para o cabelo. A causa é que será atacada. "Se a pessoa apresenta queda por estar anêmica, deve combater a anemia", diz a dermatologista Ediléia Bagatin, da Universidade Federal de São Paulo.
A queda capilar também pode ser decorrente do efeito colateral de um medicamento. Nesse caso, a situação se normaliza quando o paciente pára o tratamento. "A não ser em casos mais sérios, de quimioterapia, por exemplo, em que a queda atinge um nível muito alto e quase irreversível", explica a dermatologista Denise Steiner.
Distúrbios imunológicos também levam à perda de cabelo, como a chamada alopecia areata, que se caracteriza pela perda de fios em tufos e até mesmo por queda dos pêlos das sobrancelhas e dos cílios. "Esse tipo de patologia requer um tratamento mais longo e complexo", explica Bagatin.
Fatores mais simples, como a tração e a pressão extenuante dos fios, causadas pelo uso frequente de rabo-de-cavalo, tranças ou bonés, por exemplo, podem levar à queda capilar. Nesse caso, basta diminuir a agressão aos fios, chamada pelos especialistas de trauma mecânico, e as madeixas vão parar de cair.
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