Folha Online 
Folhinha

Em cima da hora

Brasil

Mundo

Dinheiro

Cotidiano

Esporte

Ilustrada

Informática

Ciência

Educação

Galeria

Manchetes

Especiais

Erramos

BUSCA


CANAIS

Ambiente

Bate-papo

Blogs

Equilíbrio

Folhainvest em Ação

FolhaNews

Fovest

Horóscopo

Novelas

Pensata

Turismo

SERVIÇOS

Arquivos Folha

Assine Folha

Classificados

Fale com a gente

FolhaShop

Loterias

Sobre o site

Tempo

JORNAIS E REVISTAS

Folha de S.Paulo

Revista da Folha

Guia da Folha

Agora SP

Alô Negócios

Guia do Brinquedo
30/09/2005

Pais devem jogar e avaliar os games

MARIANA IWAKURA
Colaboração para a Folha

De problemas de matemática a roubo de carros, de tramas históricas a combates contra alienígenas, tudo está presente nos enredos dos jogos eletrônicos, que estão cada vez mais atrativos e interativos. Com tantas e tão sedutoras opções, os adultos precisam ter perseverança para encontrar uma que agrade aos filhos sem ferir suas próprias convicções.

"Para as crianças, é simples. Vale o fator diversão do jogo, o prazer que ele proporciona. Isso não está necessariamente relacionado à temática", afirma Roger Tavares, professor de design de games na Faculdade Senac e pesquisador da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Mas a diversão dos filhos pode ser dor de cabeça para os pais, dependendo do teor dos games. Para evitar surpresas com a proposta do jogo, uma boa análise da embalagem pode revelar elementos como violência ou representação erotizada de mulheres.

A caixa deve conter também a classificação etária indicativa do Ministério da Justiça, que aponta do "livre" ao "inadequado para menores de 18 anos".

"Pais preferem os games de gerenciar cidades àqueles em que se matam velhinhas. Procuram jogos que reforcem valores da família", exemplifica o educador e criador de jogos Carlos Seabra, diretor de tecnologia do Ipso (Instituto de Pesquisa e Projetos Sociais e Tecnológicos).

Como nem sempre é possível fugir de games com temática considerada "condenável" --acessíveis na casa de amigos e em "LAN houses", por exemplo--, a lição é extrair elementos positivos da diversão politicamente incorreta.

Analisados criticamente, os jogos geram debates produtivos. "Os adultos podem jogar junto e discutir, por exemplo, o preconceito presente em um game que tem um personagem negro e bandido", pontua Viviana Martinez, coordenadora do Laboratório de Psicanálise e Civilização da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e doutora em psicologia clínica pela PUC-SP.

As possibilidades não param aí. Games jogados na internet podem propiciar contato com pessoas de outros lugares do mundo. Jogos de estratégia podem ajudar a desenvolver o raciocínio.

"Mesmo sem ser rotulados de educativos, há games que poderiam ser mais explorados como objetos culturais e meios de educação", resume Delmar Galisi Domingues, coordenador e professor do curso de Design e Planejamento de Games da universidade Anhembi Morumbi.

Sem violência

Sugestões de jogos para crianças de 4 a 12 anos*

De 4 a 7 anos

Série Coelho Sabido; R$ 44 cada um (PC)

Série "Clássicos da Disney", da Positivo; R$ 22,90 cada um (PC)

Procurando Nemo; R$ 51,90 (PC)

Kirby Canvas Curse; R$ 159 (Nintendo DS)

Carmen SanDiego; R$ 279 (Xbox), R$ 249 (GameCube)

De 7 a 10 anos

The Sims 2; R$ 99,90 (PC)

Lord of the Rings - Battle for the Middle Earth; R$ 99,90 (PC)

Harry Potter The Prisoner of Azkaban; R$ 209 (GameCube); R$ 249 (para Xbox)

Tony Hawk’s Pro Skater 4; R$ 259,90 (GameCube)

Super Mario 64; R$ 199 (Nintendo DS)

De 10 a 12 anos

Civilization III Gold Edition; R$ 69,90 (PC)

Winning Eleven 8; R$ 249,90 (para PlayStation 2), R$ 259,90 (Xbox)

NBA Street Showdown; R$ 249 (PSP)

Hot Shots Golf 3 R$ 139 (PlayStation 2); R$ 239 (PSP)

Age of Empires 2.0 Gold Edition; R$ 69 (PC)

Fonte: especialistas
*Valores sujeitos a alterações

     

Assine a Folha

Classificados Folha

CURSOS ON-LINE

Aprenda Inglês

Aprenda Alemão


Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.